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Abel Ferreira explica superioridade do Flamengo contra o Palmeiras: ‘O adversário nos pressionou muito bem’

Foto: Cesar Greco/Agência Palmeiras

Após a derrota para o Flamengo por 2 a 0, no Mané Garrincha, na noite desta quinta-feira, o Palmeiras praticamente deu adeus a possibilidade de brigar pelo título do Brasileirão.

Em entrevista coletiva, depois da partida, o técnico Abel Ferreira explicou os principais pontos que o rubro-negro soube explorar do alviverde para vencer o confronto, e a falha dos zagueiros Luan e Kuscevic no primeiro gol.

 — São lances que acontecem no futebol (a falha da zaga no primeiro gol), é caricato, mas acontece nos melhores times do mundo. Não deveria ter acontecido, mas aconteceu. A primeira grande chance do jogo foi nossa, neste tipo de jogo, contra times do nosso nível, de qualidade individual e coletiva, e experiência, sabemos que temos que fazer as oportunidades. Não jogamos contra um adversário qualquer, Jogamos contra um adversário que sabe que tem que dar a vida neste campeonato por não ter mais nada a ganhar. Fez uma primeira parte com muita posse, sem criar grandes chances, é verdade, mas nos fez desgastar porque corremos de um lado para o outro. Eles têm experiência e qualidade — disse Abel Ferreira.

 — No segundo tempo corrigimos alguns posicionamento para ter a bola também. A principal diferença foi que quando eles tiveram a bola, conseguiu nos empurrar para trás. Nós não tivemos capacidade de pressionar e só conseguimos fazer isso nos últimos cinco ou dez minutos. Segundo tempo foi totalmente diferente, com os médios a ter jogo, empurramos o adversário para trás. Mais uma vez uma grande oportunidade na marca do pênalti, não fizemos o jogo, parabéns ao Flamengo, hoje eles foram melhores  — concluiu.

Abel também falou sobre o exagero nos lançamentos longos, principalmente na primeira etapa.

 — Do outro lado tem um adversário que nos pressionou muito bem. Isso faz a diferença, quando ele te pressiona bem e organizado, obriga a esse recurso. Não vamos construir na frente da área, porque podemos colocar em perigo o jogo. Por culpa da pressão deles e por nós, de fato, deveríamos ter colocado nossos meias a jogar mais. Mas foi por essa pressão deles — afirmou.

Porém, o treinador português afirmou que manterá força máxima na competição nacional.

— Vamos fazer o que sempre fizemos. Gestão de energia, jogar na máxima força em todos os jogos. Essa tem sido a nossa filosofia.  Tem sido um trabalho tremendo de gerir não só o resultado, mas também o tempo de jogo dos jogadores — explicou.

— Vocês sabem que temos vários lesionados, fruto da intensidade e dos jogos constantes que temos. Isso me obriga a pensar no tempo de jogo e nas substituições. Não há outra forma, com um plantel tão reduzido, de ter os jogadores frescos para nos dar resposta máxima a cada jogo — finalizou.

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