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Após derrota, Mancini diz não temer pelo cargo e defende: “Corinthians teve superioridade”

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Foto: Agência Corinthians

O Corinthians perdeu em casa hoje (29) para o Peñarol, por 2 a 0. A derrota ameaça bastante a sequência do time na Sul-Americana, mas, para Mancini, não ameaça seu cargo. O treinador ainda pregou na coletiva que o Corinthians foi superior ao adversário uruguaio.

Estou tranquilo, tenho o respaldo da diretoria, e isso é importante, gera confiança. Óbvio que todo mundo quer ganhar, mas às vezes a gente encontra um adversário bem arrumado, organizado, que veio aqui fazer um jogo com muito conteúdo.

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“Sinceramente, todos os dias são decisivos. A gente não pode achar uma partida para querer jogar toda uma responsabilidade. Sabemos o que vem acontecendo, ninguém está livre de pressão. A gente confia em um bom jogo domingo porque estamos vendo evolução. Hoje tivemos uma derrota muito em cima de dois erros, o Corinthians teve superioridade, mas não soube aproveitar” – disse o comandante alvinegro.

Apesar da dita tranquilidade, a tendência é que a pressão sobre Mancini aumente após a derrota. Inclusive porque o próximo compromisso é contra o São Paulo, pelo Paulistão. Além da natural rivalidade, entra em peso o fato do tricolor nunca ter vencido o Corinthians na Neo Química Arena. Um tabu que a torcida não quer perder.

“Sinceramente, todos os dias são decisivos. A gente não pode achar uma partida para querer jogar toda uma responsabilidade. Sabemos o que vem acontecendo, ninguém está livre de pressão. A gente confia em um bom jogo domingo porque estamos vendo evolução. Hoje tivemos uma derrota muito em cima de dois erros, o Corinthians teve superioridade, mas não soube aproveitar” – falou Mancini.

Outro fator que pesou contra o técnico hoje foi seu critério para a escalação. Em meio a um rodízio, o treinador mandou a campo um time parecido com o que empatou com o River Plate-PAR, na primeira rodada. A única mudança foi a entrada de Cantillo no lugar de Xavier.

“Não posso mudar o que foi previamente planejado. A gente ganha uma (contra o Santos) e muda o planejamento? Isso mostra descontrole. A opção é por ter atletas mais experimentados, mais acostumados com esses jogos, por isso a opção. Vínhamos numa sequência pesada e por isso optamos em montar duas equipes para competições diferentes. Essa seria a equipe ideal para jogar a Sul-Americana, onde você tem um time que já jogaram mais vezes a competição” – explicou Mancini.

Além disso, suas substituições foram bastante questionadas. Jô e Léo Natel, por exemplo, entraram mal na partida, mas foram mantidos em boa parte da segunda etapa. Luan, que vinha bem, foi substituído.

“Elas (as substituições) foram em cima daquilo que eu havia visto. Minha intenção já era mudar no intervalo, mas bati um papo com eles e decidi que iria dar mais um tempinho. A equipe voltou melhor, tivemos oportunidades, o Corinthians criou. Não podemos nos basear somente na derrota para falar de um jogo onde tudo foi errado. O Corinthians fez, diferente de outros jogos, ofensivamente, um jogo interessante, com toda a equipe participando. A opção de ficar com Jô um pouco mais é porque havíamos feito as alterações de Gustavo Mosquito e Gabriel Pereira. E a retirada do Luan é porque naquele momento entendi que o Luan prendia demais a bola e tornava o time lento. Eu queria um jogo mais rápido, para a velocidade, surpreender o Peñarol” – declarou Mancini.

Com a derrota, o Corinthians assume a terceira posição do grupo, com 1 ponto. O Peñarol disparou na liderança, com 6, e o River é o segundo com 4. Na próxima quinta, o Timão enfrenta o lanterna, Sport Huancayo, no Peru. Antes, o Corinthians recebe o São Paulo em sua Arena, nesse domingo (2).

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