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Athletico processa Coritiba por campanha contra a “torcida humana” em clássico

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Foto: Divulgação/Coritiba

O Athletico está pedindo mais de R$100 mil reais de indenização ao Coritiba e ao presidente Samir Namur por danos morais, em razão do episódio ocorrido em um clássico atletiba no ano passado. A ação foi protocolada no dia 11 de maio e corre na 7ª Vara Cível de Curitiba. As informações são do Globo Esporte. 

Na ocasião, em partida válida pelo Campeonato Paranaense, o time alviverde usou uma camisa com os dizeres “Torcida humana: mais uma falácia”, e “Torcida humana: ideia pathetica”, uma crítica ao posicionamento do Athletico de não liberar ingressos para a torcida rival, mesmo com determinação do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR). Antes da partida, que terminou em vitória de 2×1 para o Coxa, Samir Namur fez duras críticas à política atleticana, comparando o projeto da torcida única com ideias fascistas. 

O Furacão também está processando o Coritiba por danos materiais, devido a atos de vandalismo de torcedores coxa-brancas em outro clássico naquele mesmo ano, na final da Taça Dirceu Kruger. Na época, o clube registrou que houve destruição de diversas cadeiras e vandalismo nos banheiros do estádio.

No total, a ação pede uma indenização total de R$ 139.885,28, R$ 104.500,00 por danos morais e R$ 35.385,28 por danos materiais. 

Projeto da “torcida humana”

O projeto de torcida humana foi adotado pelo Athletico em maio de 2018, em conjunto com o Ministério Público do Paraná. Um dos principais objetivos era reduzir a violência em torno do estádio e entre torcedores. O clube não liberava ingressos para a torcida visitante e não era permitido o uso de camisas dos rivais. 

Porém, a medida nunca foi bem aceita pelos outros clubes e nem pela própria torcida atleticana. Com a pressão, o projeto foi encerrado em agosto de 2019. 

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