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Atuações ENM: Com atuação monumental, Diego Alves é herói do Flamengo no título da Supercopa do Brasil

Marcelo Cortes/Flamengo

Em uma grande partida de futebol na manhã deste domingo (11), o Flamengo sofreu, mas venceu o bom time do Palmeiras nos pênaltis e conquistou o bicampeonato da Supercopa do Brasil consecutivo. Depois de um 2 a 2 no tempo regulamentar com gols de Gabigol e Arrascaeta para o time carioca e Raphael Veiga (2x) para o time paulista, o Rubro-Negro venceu nos pênaltis por 6 a 5 e levantou a taça.

Muito disputado, o Flamengo acabou caindo de nível no decorrer da partida e pagou pelo cansaço na metade do segundo tempo. Certas atuações individuais foram importantes para o vice-campeonato, como o pênalti infantil de Rodrigo Caio no segundo tempo e os sucessivos erros de William Arão na marcação.

Os grandes destaques do lado Rubro-Negro foram o goleiro Diego Alves e o meia Arrascaeta. O arqueiro brilhou durante a partida e nas cobranças de pênaltis, defendendo quatro cobranças. Já o armador uruguaio deixou o seu e comandou o ataque de Rogério Ceni.

Confira abaixo os destaques e as atuações individuais da equipe:

Diego Alves: 8,5 – Provou mais uma vez o motivo de ser titular. Muito seguro, fez ótimas defesas durante a partida e frustrou bons ataques do Palmeiras. Nos pênaltis, mostrou de ser um dos melhores goleiros do Brasil e defendeu quatro cobranças para garantir o título do Flamengo.

Mauricio Isla: 5,0 – Inseguro na defesa, indiferente no ataque. O chileno não repetiu as boas atuações do começo da temporada e se tornou alvo dos ataques alviverdes. Cometeu uma falta infantil no primeiro tempo, que chegou a ser marcada como pênalti mas foi corrigida corretamente.

Rodrigo Caio: 5,5 – Seguro, teve que jogar praticamente sozinho com as más atuações de William Arão e Isla. Estava com uma boa atuação até cometer um pênalti totalmente desnecessário no segundo tempo.

William Arão: 4,5 – Uma das piores partidas de William Arão com a camisa do Flamengo nos últimos dois anos. Improvisado, é verdade, mas foi muito abaixo do nível que apresentou nos últimos tempos. Errou em lances cruciais, recebeu inúmeras bolas nas costas e prejudicou o sitema como um todo.

Filipe Luís: 7,0 – Um craque. Aos 36 anos de idade, Filipe Luís mostrou mais uma vez que destoa – e muito – no futebol brasileiro. Um construtor nato, o ex-jogador da seleção facilitou a criação rubro-negra na partida e ainda fez uma linda jogada no gol de Gabigol.

Diego Ribas: 6,0 – Atuação segura de Diego Ribas. Teve o papel de carregador de piano, já que William Arão e Gerson foram abaixo do esperado. e sacrificou o jogador.

Gerson: 5,5 – Bastante discreto em campo, fez falta ao meio-campo e perdeu praticamente todas as divididas que teve. Abaixo do que normalmente rende.

Everton Ribeiro: 5,5 – Quase não foi citado durante o jogo e isso resume sua atuação. Mais uma má atuação de Everton, que foi figurante num jogo em que precisava, no mínimo, ser um coadjuvante de destaque.

Arrascaeta: 7,5 – Principal jogador do Flamengo na partida. Construiu, marcou, correu e fez um belo gol em jogada individual. É diferente, criativo e o coração do time de Rogério Ceni.

Bruno Henrique: 6,0 – Jogo discreto do camisa 27, que tentou bastante, mas acabou esbarrando na excelente partida do zagueiro Gustavo Gómez. Se destacou pelas transições entre linhas e troca de posições com Gabigol.

Gabigol: 7,0 – Sempre decisivo, Gabigol estava no local certo e na hora certa para marcar seu 74° gol pelo Flamengo e se tornar o maior artilheiro do Rubro-Negro no século. Tentou, correu e se esforçou bastante.

Matheuzinho: 6,0 – Simples e correto, o jovem Matheuzinho conseguiu trazer a solidez defensiva de volta ao setor após substituir Isla. Ofensivamente, não contribuiu muito.

João Gomes: 6,0 – Discreto, ajudou mais na marcação com um time cansado ao substituir Diego Ribas. Facilitou a transição defensiva.

Pepê: 6,0 – Pouco fez e ajudou bastante na correria com um time cansado.

Vitinho: 6,5 – Trouxe volume ofensivo entrando no lugar de Everton Ribeiro. Quase fez um belo gol, defendido num movimento de gala do goleiro Weverton com uma pitada acentuada de sorte.

Michael: 6,0 – Sempre discreto, pouco fez quando entrou e não mudou o jogo.

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