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Auxiliar do Fluminense, Eduardo Barros reclama em coletiva após possível pênalti não marcado: ‘Incompetência do VAR’

FOTO: MARCELO GONÇALVES/FLUMINENSE FC

Suspenso da partida pelo terceiro cartão amarelo, Fernando Diniz foi substituído em campo pelo seu auxiliar Eduardo Barros. Após a partida, que terminou empatada por 2 a 2 entre Santos e Fluminense, o substituto do técnico Tricolor reclamou do VAR após lance polêmico em cima de Caio Paulista no final da partida, onde diversos membros do banco de reservas do Flu queriam que o árbitro de vídeo fosse chamado para revisar o lance. Eduardo, já na coletiva, adjetivou a atuação da tecnologia como “incompetência”.

– É mais um evento que mancha o futebol brasileiro. É inadmissível um espetáculo de dois grandes clubes termine em incompetência do VAR. Não quero nomear o profissional responsável pela decisão, que deveria ter, no mínimo, chamado o Braulio (da Silva Machado, árbitro). Uma situação que já está escandalosamente cravada como penalidade por todos. Definiu de forma triste e infeliz a partida.

O empate deixa o Fluminense mais distante do líder Palmeiras na tabela, além da sensação de que o time poderia ter saído com os 3 pontos, já que conseguiu virar o jogo, porém no final cedeu o empate. Eduardo driblou o questionamento sobre uma possível disputa por título.

– A gente não olha para o Palmeiras, olha para a nossa equipe e para a maior pontuação possível na competição. A distância de sete pontos já foi de 10. Temos um jogo em casa, temos uma combinação que pode permitir pontuar mais. No final do ano, vamos ver em que colocação vamos terminar.

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As alterações no segundo tempo

– A gente precisava manter a formação, mas com características diferentes de alguns atletas. Eles tinham a vantagem, e era natural que recuassem as linhas. Precisávamos que a bola chegasse com qualidade ao ataque. Conseguimos fazer isso no segundo tempo e tivemos volume de jogo.

O cansaço pela maratona de jogos

– Hoje, tivemos que reverter um placar adverso e tivemos competência e condição física para fazê-lo. Passamos mais de 60 minutos correndo atrás do resultado. Não sei se o desgaste foi determinante para o resultado. Agora, duas semanas abertas depois de uma maratona dessas será essencial. Não só para descansar os jogadores, mas também para fazer os ajustes que o Diniz quer.

Integração de Alexsander na relação do jogo

– É um processo. O Alexsander já fez alguns treinos conosco, principalmente no dia após o jogo. Ele, assim como muitos outros jovens promissores de Xerém, tem aparecido para treinar. Se destacou, hoje tivemos ausências, e abriu uma vaga para compor a lista.

Relação com Fernando Diniz

– Conheço o Fernando Diniz há quase uma década. Fui assistir um jogo da segunda divisão paulista e me encantei. Já era apaixonado pelo jogo, pela profissão, e vi uma equipe que expressava a visão de jogo e visão de mundo do treinador. Alguns anos depois, surgiu um convite para trabalhar na comissão técnica dele. Esse é o quarto clube que eu trabalho com o Fernando. São quase três anos de parceria.

O próximo compromisso do Fluminense é contra o Cuiabá, no domingo, às 16h, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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