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Caso Live Sorte: Intermediário processa Fluminense, Mário Bittencourt e dono da empresa

Foto: Divulgação/Fluminense

O Fluminense já viu o primeiro processo de 2021 e é sobre a polêmica em torno do caso da Live Sorte, empresa que fechou patrocínio com o clube para a final do Campeonato Carioca, ano passado, diante do Flamengo. Após acusação de suposta rachadinha no departamento comercial do clube e ameaça de morte, o denunciante inicial, Diego Perez, entrou com um processo contra todas as partes, incluindo o clube, o presidente Mário Bittencourt e Renato Ambrósio, pedindo R$ 800 mil ao todo. A informação foi dada em primeira mão pelo “NetFlu” e o Esporte News Mundo também teve acesso ao documento.

Diego cobra R$ 200 mil do Fluminense/Mário Bittencourt. Os outros R$ 600 mil de Renato Ambrósio. Em prints anexados ao processo movido por Diego Perez provariam, segundo o autor da ação, as supostas ameaças de morte promovidas por Ambrósio, dono da Live Sorte. 

Diego pede o áudio, através de uma liminar, da reunião do Conselho Deliberativo do Fluminense, em que ocorreu no dia 5 de novembro de 2020, quando teria sido caluniado e difamado pelo presidente tricolor, Mário Bittencourt. O autor do processo ainda destaca que Renato Ambrósio, o Fluminense, através de notas oficiais, e pelo próprio Mário Bittencourt, em programa de televisão “atentaram contra o nome, contra a imagem e, consequentemente, contra a reputação do Suplicante, caracterizando, assim, de maneira inequívoca, o dano decorrente de uma conduta ilícita e direta dos seus algozes”.

No processo, Diego também apresenta o que ele entende como provas de que fez a intermediação com o Fluminense, autorizado por Renato Ambrósio. O mesmo o deixou se apresentar como sócio da empresa para iniciar as conversas em nome da Live Sorte. A negociação rendeu, oficialmente, R$ 1 milhão ao Tricolor.

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