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Coritiba apresenta Léo Gamalho como esperança de gols; veja o retrospecto dos atacantes do Verdão na temporada

Léo Gamalho

Após uma temporada com poucos gols, o Coxa projeta uma melhora com a chegada de Léo Gamalho.

O Coritiba apresentou oficialmente na manhã da última sexta-feira (26), o atacante Léo Gamalho. Utilizando as suas redes sociais, o Coxa divulgou imagens do atacante de 35 anos já com o manto Alviverde; Léo Gamalho chega como esperança de gols de um camisa 9; estilo de jogador que mesmo com a rotatividade de tantos nomes no elenco nas últimas temporadas, não houve nenhum com tanto destaque – com menção honrosa ao jogador Rodrigão, que atuou durante a temporada 2019, com início de temporada arrasadora com 15 gols em 16 partidas, ao todo disputou 42 partidas e marcou 21 gols. 

Os números de Léo Gamalho foram um dos fatores que mais agradaram a diretoria coxa-branca quando o nome do atacante começou a rondar o Couto Pereira. Com passagens pelo Ceará, Bahia, Goiás, Ponte Preta, CRB, Nacional-URU e até assinar com o Verdão, Léo disputava o Campeonato do Catar pelo Al-Khor. O novo camisa 9 do Coritiba tem ao todo 435 jogos na carreira, marcando 182 gols em 14 temporadas.   

A falta de gols  

O ataque do Coxa há um tempo vem sendo um problema para todos os técnicos que o comandam; a temporada 2020 do Campeonato Brasileiro, foi apenas uma amostra de como a situação ofensiva do Verdão é caótica. Em 28 rodadas, o Alviverde marcou apenas 31 gols, com uma média de 0,8 gols por partida – menos de 15% das chances de gols foram convertidas. Das 22 chances de gols em faltas que o Coxa teve, apenas uma foi convertida – Robson foi quem marcou contra o São Paulo, no primeiro turno. O Coxa teve 212 chances de marcar de fora da área nesse Brasileirão, apenas 7 foram convertidas em gols. As bolas áreas também são outro ponto a ser considerado, mesmo atuando com jogadores altos, como em alguns momentos, Rodrigo Muniz, Ricardo Oliveira, Pablo Thomaz ou até mesmo as subidas ofensivas dos zagueiros Rhodolfo, Nathan Ribeiro e Sabino, o Coxa marcou apenas quatro gols de bola aérea na competição nacional. (Dados: SofaScore

Dados dos Atacantes: 

Ricardo Oliveira: Com muita expectativa na sua chegada ao clube, o atacante veterano desapontou aqueles que aguardavam o bom futebol dos últimos anos. O Pastor disputou 18 partidas, iniciou 10 como titular, marcou dois gols e deu uma assistência.  

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(Foto: Reprodução/Coritiba)

Rafinha: Mesmo não sendo um atacante com grandes números de gols na carreira, o ponta de 37 anos disputou nove partidas no campeonato e não marcou nenhum gol.  

Cerutti, Nathan Fogaça e Rodrigo Muniz: O atacante Cerutti, disputou apenas sete partidas no Campeonato Brasileiro, não teve nenhum gol marcado e nenhuma assistência efetuada. Nathan Fogaça, prata da casa coxa-branca, foi outro jogador que desapontou, entrando em 12 partidas ao decorrer do campeonato o “piá da base” do Coxa támbem não marcou nenhum gol. Rodrigo Muniz ficou pouco tempo durante o Campeonato Brasileiro, quando começará entrar em ritmo, foi solicitado pelo técnico Rogério Ceni para a disputa do restante do Campeonato Brasileiro; o jogador de 19 anos, disputou 6 partidas e marcou um gol.  

Robson: A torcida coxa-branca vive uma incógnita sobre o que pensar do ex-atacante (agora jogador do Fortaleza) do Verdão. Para muitos, Robson foi o melhor jogador do Coxa na competição, pois nunca faltou dedicação para o camisa 30; para outros, as chances perdidas por Robson fizeram muita falta para o Coxa na competição. Robson disputou 32 partidas na competição, quase sempre titular absoluto – iniciou 29 das 32 partidas – e marcou oito gols na competição, sendo assim o artilheiro da equipe no ano.  

(Foto: Coritiba)

Neílton e Sassá: As expectativas geradas ao serem contratados, foram altas para os torcedores do Verdão, porém, para não fugir do tradicionalismo dos atacantes do Coxa, os dois atletas foram abaixo do esperado para o ano. Neílton disputou 24 partidas, em muitos momentos a falta de ritmo e o cansaço foram claros para o mau desempenho do atacante; teve boas partidas, mas terminou a temporada com apenas um gol marcado. Sassá foi menos participativo que o seu ex-companheiro de time, o jogador teve 10 partidas disputadas, marcou apenas um gol, mas teve seu contrato encerrado após ser flagrado em uma aglomeração após o fim de uma derrota em um clássico estadual, o AtleTiba. 

Coritiba tem inúmeras tarefas para manter um time competitivo e que lutará por títulos no ano de 2021 e caso você queira ficar por dentro de tudo que acontece, siga o Esporte News Mundo no TwitterInstagram e Facebook.

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