Ponte Preta

‘Dar padrão de jogo’, revela Moreno sobre meta a curto prazo na Ponte Preta

Fábio Moreno quer dar padrão de jogo à Ponte Preta
Crédito: Thomaz Marostegan / Guarani FC

A derrota diante do Santo André, dentro do Estádio Moisés Lucarelli, pelo placar de 1 a 0, fez Fábio Moreno caçar argumentos para minimizar a cobrança da Ponte Preta.

Apesar do resultado negativo, o primeiro no Campeonato Paulista, treinador revelou o que viu de bom no revés frente o Ramalhão e falou sobre os objetivos a curto prazo na Macaca.

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“Eu acho que, sim, faltou chutar mais de longa distância. A gente encontrou um adversário muito fechado. Procuramos fazer jogadas de penetração. A gente agrediu a linha bastante vezes e teve bolas em profundidade. Teve o Apodi presente, que é a nossa característica de jogo. A gente trabalha com um lateral construtor, que é o Yuri, e um lateral ponta”, analisou.

“Então é a nossa estrutura de jogo. Eu espero que todos vejam isso ao longo de todo o campeonato. Quem vê o jogo da Ponte, é bom se acostumar com alguns comportamento. Esse é um dos comportamentos que a gente busca dar de padrão para o jogo da Ponte Preta. Então eu acho que a gente buscou as jogadas, mas, quando estava muito fechado, a gente poderia, sim, ter finalizado mais”, acrescentou.

ELENCO CURTO

Mesmo em desvantagem no placar por mais de 30 minutos no segundo tempo, Fábio Moreno optou por apenas duas mudanças na Ponte Preta.

O comandante explicou por que fez uso de apenas duas das cinco possíveis trocas na partida.

“Eu acredito que a gente tenta tomar as decisões da melhor maneira possível, tentando acertar sempre. Eu não gosto de, só porque você tem as substituições a fazer, você fazer troca por troca. Tem que ter um motivo, tem que ter uma estratégia e tem que ter um porquê. Em Novo Horizonte, eu achei que o Vini (Locatelli) estava caindo fisicamente e precisava de ganho de força ali no meio de campo”, justificou.

“Hoje, por exemplo, como o adversário estava muito baixo, eu entendi que ele poderia prosseguir mais no jogo, porque ele tem uma qualidade muito boa. Ele acha os passes com muita facilidade. Então eu não achei necessário fazer tantas substituições. É só olhar que a gente teve quase 80% de posse de bola, com quase dez chances de gol. Eu vou trocar? Eu só tento melhorar a equipe e dar confiança para que essa bola entre”, completou.

PSICOLÓGICO

O fato de manter a base no decorrer do confronto e realizar alterações pontuais também tem relação com o aspecto motivacional do elenco, garante Moreno.

“A chegada estava boa, principalmente no segundo tempo. Defensivamente, nós sofremos muito pouco. Tomamos um gol de muito longe e um chute despretensioso em uma região do gol em que o Luan (Ribeiro) não conseguiu alcançar. Não tem por que fazer tanta troca. Quando você faz troca por troca, você acaba até atrapalhando e tira a confiança. Até a equipe se ajustar, você perde tempo e não é produtivo”, finalizou.

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