Ponte Preta

Derrota impõe fim da invencibilidade da Ponte Preta contra o Remo no Majestoso

Derrota impõe fim da invencibilidade da Ponte contra Remo no Majestoso

A derrota por 2 a 1 impõe fim da invencibilidade histórica da Ponte Preta contra o Remo no Estádio Moisés Lucarelli.

Antes de tropeçar no Leão da Amazônia, em duelo direto contra zona de rebaixamento na Série B do Campeonato Brasileiro, Macaca colecionava um triunfo e dois empates.

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Último encontro entre paulistas e paraenses, no Majestoso, havia acontecido em 18 de agosto de 2007, pela segunda divisão nacional, com igualdade pelo placar de 1 a 1.

Sob comando de Nelsinho Baptista, Alvinegra foi à rede com Alex Terra, enquanto Lucas Silva igualou ao Leão.

O único resultado positivo do time campineiro contra o Remo, como mandante, foi nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Em 2001, Ponte Preta não tomou conhecimento do rival e goleou pelo placar de 4 a 1, com gols de Washington (2), Piá e Marco Aurélio, carimbando classificação.

“Eu acho que nós entramos da mesma maneira. Eu acho que nós tentamos trocar é pouco, porque, infelizmente, perdemos o setor direito com o Kevin e o Niltinho. Quando saiu o teste positivo, nós conversamos com o Fessin e posicionamos o Fessin na sexta-feira. Trocamos o lado do Felipe (Albuquerque). Colocamos o garoto (Jean Carlos). Então nós fizemos praticamente três trocas. Então nós ficamos com a mesma plataforma de jogo”, explicou Gilson Kleina, em coletiva de imprensa, ao ser questionado sobre a estratégia de jogo.

“A situação é que, quando nós fizemos as trocas, como nós precisávamos jogar e colocar alguns jogadores entre linhas, optamos pelo (Vini) Locatelli e fixamos o Dawhan para gente continuar mantendo uma superioridade por dentro, deixando o Camilo um pouquinho mais centralizado e o Fessin na armação. Na outra situação, quando nós colocamos o Ruan (Renato) e colocamos o Renatinho, aí nós mudamos a forma de jogar”, prosseguiu.

“Aí nós ficamos ainda com uma situação. Colocamos os laterais em cima e o Moisés por dentro junto com o (João) Veras. Então a gente tentou dar uma situação diferente para ter uma equipe equilibrada, mas também tentar o gol. O que mais chamou atenção para mim é que nós não tivemos o jogo consistente. Não fizemos o jogo que nós fizemos com o Náutico. Jogamos abaixo e isso nos custou o resultado”, completou.

TABELA

Na vice-lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro com nove pontos e sem vencer há quatro rodadas, Ponte Preta volta a campo nesta terça-feira, diante do Vitória, em Salvador, no Barradão, às 21h30, em confronto direto na luta contra a zona de rebaixamento.

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