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Eduardo Baptista fala sobre falta de efetividade do Juventude e analisa o VAR

Fernando Alves/ E.C Juventude

Na noite desse domingo (24,) o Juventude enfrentou o Cuiabá pela terceira rodada do campeonato brasileiro, no Alfredo Jaconi, e saiu derrotado, continuando sem nenhuma vitória no campeonato. O Ju novamente pressionou o time adversário, mas não conseguiu converter esse domínio em chances concretas de gols. O técnico da equipe gaúcha, Eduardo Baptista, falou na coletiva sobre a dificuldade do time em criar chances perigosas e como a equipe não está conseguindo triunfar diante de adversários diretos pela briga contra o rebaixamento. Além disso o treinador também falou da polêmica arbitragem da partida.

A primeira pergunta direcionada para o técnico foi em relação à postura do Juventude na partida, que mesmo sendo melhor ainda sofre com a falta de efetividade ofensiva.

– Acho que tem uma palavra chamada resiliência. Não é quantas vezes você cai, é quantas vezes você cai e se levanta. De novo tivemos um primeiro tempo muito bom. Tivemos muitas oportunidades por dentro, pelos lados e tivemos muitas finalizações. A gente perde um pouquinho de terreno no final do primeiro tempo com a lesão do Yuri, e aí demos um pouco de campo para equipe do Cuiabá. Mesmo assim, controlamos o jogo, mas não podíamos mexer mais por conta das substituições. Foi no final do primeiro tempo que o Cuiabá teve um certo domínio sem muita efetividade. Na volta do segundo tempo corrigimos algumas coisas, eles estavam forçando um tiro de meta longo para cima do Rodrigo, essa bola pipocava ali e acabava sobrando para eles. Corrigimos isso, e estancamos esse problema. E começamos a criar de novo até a chance do pênalti.

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Logo depois Eduardo Baptista foi questionado pela falta de efetividade que a sua equipe está tendo diante dos times, que possivelmente, podem disputar a permanência com o Juventude na série A.

– Os adversários, como o Cuiabá , hoje veio para uma bola e conseguiu, na verdade não foi nem por uma bola, foi por um VAR. Então você tem que ser efetivo, como estava na pergunta anterior, então esses times vêm fechados, eles vêm muitas vezes por um antijogo. E a gente vai criar poucas ou muitas chances, e as chances que nos criarmos, temos que ser efetivos. Se hoje a gente faz o gol de pênalti muda toda a história, nós teríamos ali mais trinta minutos, para poder jogar e forçaria eles para virem jogar. Nós fizemos um bom primeiro tempo, até o pênalti estava muito bom, e aí nós não fomos efetivos. Acho que essa é a lição, ser efetivo.

Para concluir a coletiva, Eduardo Baptista foi questionado sobre o VAR.  As polêmicas giraram em torno do duvidoso pênalti e a expulsão do zagueiro Vitor Mendes.

– É muito difícil. Eu tenho um pensamento sobre o VAR, o VAR hoje é subjetivo, e não era para ser. Eu acho que o VAR tinha que ser assim: a bola entrou ou não entrou, foi impedimento ou não foi impedimento, foi dentro da área ou fora da área. O que passar disso é subjetivo, você parar um lance com a bola no braço é totalmente diferente. Hoje o VAR interfere muito no jogo, fora do normal.

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