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Erros do VAR contra o Santos viram rotina e Cuca desabafa: “Falta coerência”

Cuca esbravejou contra o VAR (Ivan Storti/Santos)
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O VAR voltou a roubar a cena na Vila Belmiro. No empate entre Santos e Vasco, por 2 a 2, nesta quarta-feira, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o aparelho auxiliar da arbitragem marcou um gol e um pênalti a favor do Cruz-Maltino.

Em entrevista coletiva virtual, Cuca desabafou, comparou os lances dos dois jogos e afirmou que falta coerência ao VAR.

No último domingo, por exemplo, o VAR anulou dois gols do Santos, além de não marcar um pênalti de Gustavo Henrique. Os erros fizeram o Alvinegro enviar um ofício à CBF e até uma possível visita de diretores santistas ao Rio de Janeiro, na sede da entidade.

“Não tem como vir aqui e não falar do VAR. Eu nem queria vir aqui falar. Temos tanta falta de sorte. Se está o Heber no domingo, ele dava gol nosso, porque ele não considerou ombro do Vasco impedido, coisa que o André, VAR do jogo passado, considerou ombro do Raniel. O frame do VAR é colocado na hora que querem, não temos certeza do momento do toque, e não é reta, pega outro ângulo. No domingo tem dois gols dentro da casa na dúvida cruel. Dois desfavoráveis. E hoje tem dois lances em casa, na dúvida cruel. E hoje favoráveis contra outro time. P…, dá uma contra nós pelo menos. Está chato falar do VAR. Não virei falar mais de arbitragem, desgasta muito e fico marcado. Isso aqui é minha vida, não há outra defesa, sou eu. Não vem o vice ou presidente, não podem, vem eu defender. E brincou de novo, agora o Heber. Falta coerência”, comentou o técnico antes de dar sugestões para a evolução do VAR.

“Árbitro diz que não tem culpa, que vem de cima. Falta tudo, sei lá. A gente fica batendo na mesma tecla, fica chato vir na entrevista e falar, mas vou falar. Assim como árbitro contra o Sport fez arbitragem preciosa, deixou todo mundo tranquilo, rápido no VAR. Não porque ganhamos, mas porque foi tudo calmo. Tudo está tenso. Temos que ajudar, de repente dar uma acalmada, entender que vão demorar. Jogador também entender. Mas não pode perder interpretação de campo, vai ficar robotizado. É para chamar por coisas grandes. Árbitro está a poucos metros, há o lance real e o do vídeo. O real entendeu que é interpretativo, não precisa chamar. Não é porque foi pênalti contra, mas a favor também deixa interpretação do juiz em campo”, disse.

O Santos volta a campo contra o Ceará, neste sábado, às 21h, no Castelão, pela oitava rodada do Brasileirão. O Peixe é o atual 11º colocado da competição.

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