Automobilismo

GP da Rússia não terá substituto e Fórmula 1 fica com 22 corridas em 2022

Foto: Divulgação/GP de Sochi

Nesta quarta-feira (18), a Fórmula 1 anunciou que não irá substituir o GP da Rússia, que foi cancelado por causa da invasão russa à Ucrânia em fevereiro. Com essa decisão a atual temporada terá 22 corridas assim como em 2021. A ideia dos chefões da categoria no início do ano era de promover o maior calendário da história da F1, com as 23 corridas planejadas até novembro.

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Tendo sua primeira aparição em 2014, a etapa de Sochi estava marcada para 25 de setembro, a corrida em território russo iniciaria uma rodada tripla de provas que passariam por Singapura e seria finalizada no Japão em 9 de outubro.

– Foi anunciado em 25 de fevereiro que, após reuniões entre a Fórmula 1, FIA e equipes, o campeonato não correria no GP da Rússia em Sochi, programado para 23 a 25 de setembro. Mas agora foi revelado que não haverá um grande prêmio adicional a ser incluído no calendário para preencher a lacuna, o que significa que o calendário 2022 promoverá 22 corridas – informou a F1, por um comunicado.

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O fator principal que impossibilitou uma substituição para a corrida russa foram problemas de logísiticas.

A diretoria da Fórmula 1 visualizou algumas opções, por exemplo, Turquia e Portugal, ambas as provas receberam a categoria em 2020 e 2021 devido aos cancelamentos provocados pela pandemia do coronavírus.

Uma das opções que ficou muito próximo de um acerto foi a corrida no Catar, que esteve presente na última temporada, porém esse ano ficará de fora por causa da Copa do Mundo no final do ano. Outra opção considerada foi uma rodada dupla em Singapura, que retorna ao calendário da Fórmula 1 depois de dois anos de fora por causa da Covid.

Como previsto, o retorno da Fórmula 1 à Rússia na próxima e futuras temporadas é bem improvável, visto que os conflitos no Leste Europeu pioram a cada semana. Com isso, os planos de mudar em 2023 a sede da etapa de Sochi para São Petesburgo, no circuito de Igora Drive, foram abandonados. O contrato duraria até 2025.

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