Fluminense

Hudson compara Marcão e Ailton e afirma que ‘gostaria de continuar’ no Fluminense, mas ressalta: ‘Não depende só de mim’

Foto: Divulgação/Fluminense

Hudson comentou sobre o interesse em permanecer no Fluminense. Nesta segunda-feira, em coletiva, o meia, que tem contrato com o Tricolor até o fim de fevereiro, quando acaba o Campeonato Brasileiro, afirmou que deseja continuar no clube carioca, porém afirmou que ‘não depende’ só dele para seguir nas Laranjeiras. O atleta que está no Flu está emprestado ao São Paulo, com quem tem contrato até dezembro de 2021.

— Eu só tenho que agradecer ao Fluminense. O clube me abraçou de uma forma muito melhor do que eu esperava, os profissionais, jogadores. Está chegando o finalzinho do contrato. Se fosse uma escolha minha, eu gostaria de continuar. Esse ano de 2021 vai ser promissor e seria uma vontade minha, mas infelizmente não depende só de mim, nem do Fluminense, nem só do São Paulo, com o qual tenho contrato. É um conjunto de fatores que na hora certa todos vão sentar e escolher o melhor para todos – disse.

Hudson chegou ao Fluminense inicialmente emprestado até o fim de 2020. Com a paralisação das competições em virtude da pandemia do novo coronavírus e consequente extensão do Brasileiro até fevereiro, o contrato foi prorrogado de forma que ele possa minimamente terminar a competição com a camisa tricolor.

O meia também comentou sobre o trabalho de Marcão e Ailton. De acordo com o jogador, o técnico e o auxiliar são bem parecidos dentro e fora de campo.

— Eu diria que eles se assemelham muito. O modo como é o trabalho dentro de campo e como eles se relacionam com a gente extracampo. São dois ex-jogadores que fizeram história no Fluminense e respeitadíssimos por nós e eles têm um potencial enorme na profissão. E a gente busca corresponder e ajudar eles ao máximo, porque o desafio para eles é muito grande. A gente vai ajudar eles na melhor maneira possível.

O próximo compromisso do Fluminense será na quarta-feira, às 21h30, diante do Corinthians, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Será um duelo direto por vaga na Libertadores. Os dois clubes estão próximos na tabela de classificação.

OUTROS TRECHOS DA COLETIVA

Entrosamento com Yuri

Acho que é um processo de adaptação também, entrosamento. Yuri tem uma saída de bola muito boa, um dos melhores nessa função. A posição exige muito. Tem de proteger a zaga e municiar o início da jogada ofensiva. Ele teve algumas lesões, está buscando o melhor ritmo.

Nova função

A posição que venho atuando, hoje, basicamente como um meia, é uma posição que exige mais fisicamente. Tem que ter a mesma intensidade ofensiva e defensiva. É uma posição que exige bastante, as vezes, você joga de costa, uma situação que não é costumeira na minha carreira, mas é questão de adaptação. Tive alguns contratempos, com a lesão no tornozelo e Covid-19, mas não posso usar isso como muleta.

Time competitivo

Tanto o Marcão quanto o Ailton buscam se assemelhar muito ao Odair. Claro que há um rompimento do trabalho, natural, e o time sentiu um pouco nos primeiros jogos. É difícil no Brasileirão, que é muito difícil, a gente fazer isso. É mérito do adversário também. Os adversários tem o mérito deles também pela qualidade e vamos trabalhar para evitar que essas situações se repitam. Temos uma defesa forte, mas o ataque também já se mostrou presente para ajudar quando preciso.

Corinthians

O jogo contra o Corinthians chega a ser clichê ao falar que é mais uma final. Mas quando a gente que eles têm um jogo a menos, a gente sabe da importância. É um jogo de extrema importância e nos treinamentos já estão sendo assim, pensando nas características deles, nos pontos fortes. Nas nossas falhas que a gente precisa consertar e estamos buscando ficar o mais focado para fazer um bom jogo contra o Corinthians em São Paulo.

Virada no Fla-Flu

A mudança de postura contra o Flamengo saiu do vestiário, partiu muito do Ailton, do jeito como ele falou com a gente, da nossa imposição, o que poderíamos fazer. O time deles tem qualidade, sabemos disso, mérito deles. A nossa reação é muito importante. Já tivemos alguns jogos em que reagimos muito bem, e é uma vitória que mostra que a equipe tem muito potencial, está ligada e pode ser assim do início ao fim.

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