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João Franck, caçula do EMS/Taubaté/Funvic, comemora primeiro título na Superliga

Superliga Masculina de Vôlei, EMS/Taubaté/Funvic, João Franck
Fotos: Renato Antunes / Agência Maxx Sports

O EMS/Taubaté/Funvic fechou a Superliga com chave de ouro por 3 sets a 0 em cima do FIAT/Minas, na última sexta-feira (16), na “bolha” de Saquarema-RJ. Para o caçula e ponteiro da equipe, João Franck, de 22 anos, foi o primeiro passo em direção à uma carreira de vitórias.

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Junto ao elenco taubateano, o ponteiro emplacou três conquistas nacionais: o Torneio Super Vôlei, a Supercopa 2020 e a Superliga 2020/2021. No jogo contra o Pacaembu-SP, João ainda levou o Troféu Viva Vôlei, como melhor jogador da partida, quando jogou como titular. Além disso, teve a oportunidade de evoluir física e tecnicamente ao jogar ao lado de atletas de nível olímpico.

– Para mim, que sou o mais novo do grupo, é uma enorme honra trabalhar num elenco cheio de campeões olímpicos, jogadores renomados que eu cresci assistindo pela TV, sendo fã deles. Foi um prazer trabalhar com todos eles, foi uma temporada de muito aprendizado, consegui absorver muita coisa jogando e principalmente treinando ao lado deles. Foi legal também para compreender o trabalho desses craques fora de quadra, e pra mim será sempre inesquecível essa temporada tão vitoriosa, os títulos e as amizades que levo daqui. Foi muito importante para meu crescimento como atleta e como pessoa também. – declarou o ponteiro.

João Franck foi muito bem aproveitado pelo técnico Javier Weber durante a Superliga, apesar de ser a quarta opção para ponteiro. Quando acionado em quadra, sempre foi muito efetivo. João contou um pouco quais foram as experiências da temporada e a honra de contribuir para o bicampeonato do Taubaté.

– Foram duas séries complicadas em duas semanas que demandaram muito trabalho duro de nossa parte. O grupo estava muito concentrado, muito coeso, foi o momento da temporada em que mais conseguimos unir a equipe, trabalhar muito bem em prol de um objetivo comum. Nossa proposta era vencer as quatro partidas, e cumprimos essa meta. Nas semifinais, o Vôlei Renata que já havia dado bastante trabalho para nós ao longo de toda a temporada, mais uma vez não foi um adversário fácil. Conseguimos passar muito bem nas semifinais pela nossa constância e efetividade naquilo que vínhamos treinando. E na final, derrotar o Minas, um clube de tanta tradição, foi uma enorme alegria. Foram duas vitórias importantes para o projeto, para o grupo, para a cidade de Taubaté, e para mim especialmente, por ser o meu primeiro título de Superliga – disse João.

Após uma temporada inteira ser cancelada por conta da pandemia da COVID-19, voltar às quadras não foi fácil para os jogadores. Os jogos sem a presença da torcida podem ser muito duros, e para o caçula não diferente.

– Sem dúvidas, existe uma torcida enorme aqui em Taubaté, muito apaixonada, sou grato por ter trabalhado aqui, e infelizmente sem poder ter o contato direto com os fãs do Vôlei Taubaté. Agradeço à torcida pelo apoio, sempre nos dando positividade nas redes sociais, mesmo nos momentos difíceis e nos tropeços que aconteceram. Mesmo à distância, sentimos que a torcida estava com a gente, acreditando no nosso trabalho e nos empurrando ao título. Sou muito grato por todo esse carinho – finalizou o ponteiro.

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