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Juiz aceita denúncia e Marcinho vira réu por atropelamento no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução/Athletico

Nesta sexta-feira (7), o lateral-direito Marcinho, contratado no final do mês de março, virou réu no caso do atropelamento dos professores Alexandre Silva de Lima e Maria Cristina José Soares no bairro do Recreio do Rio de Janeiro, quando ainda defendia o Botafogo. O juiz da 34ª Vara Criminal, Rudi Baldi Loewenkron, aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, sob a acusação de homicídio culposo na direção de veiculo, com o agravante da não prestação de socorro às vítimas.

No dia 30 de dezembro de 2020 por volta das 20h30, o jogador Marcinho então no Botafogo, atropelou o casal de professores no Rio de Janeiro e foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por homicídio culposo, quando não há a intenção, e o agravante de que o jogador não prestou socorro às vítimas que vieram a óbito.

Segundo a denúncia do Ministério Público no período da manhã por volta das 11h e 13h30 o jogador ingeriu ao menos 5 tulipas de chopp. No período noturno minutos antes do atropelamento o denunciado guiava de forma imprudente, “costurando” pelo tráfego em uma rodovia movimentada na Barra da Tijuca, em uma velocidade entre 86km/h e 110km/h sendo que o limite máximo é de 70km/h.

Após o atropelamento, o atleta reduziu a velocidade e acelerou novamente dando fuga da cena do crime, escondendo o carro na Avenida Hermes Lima, sem prestar qualquer socorro ou auxílio às vítimas. O atleta preferiu não confessar sobre o caso. A defesa do jogador tentou um acordo de não persecução penal, pedido este recusado pelo Ministério Público pois o denunciado não preenche os requisitos para o oferecimento da benesse, pois não apresentou socorro. Márcio Almeida de Oliveira, ou Marcinho, responde em liberdade pelo acontecimento.

Sobre as vítimas Alexandre Silva de Lima, faleceu no local após o impacto que o projetou a 60 metros e tendo o veículo passado por cima dele, já Maria Cristina José Soares, foi levada ao hospital mas faleceu sete dias depois por diversos traumatismos e infecção, conforme o laudo pericial.

O Athletico Paranaense até o fechamento desta matéria não se pronunciou sobre a decisão. A assessoria de imprensa do jogador também não comunicou-se sobre o novo desenrolar do caso.

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