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Capitão Juninho se declara para América-MG em aniversário: ‘Sentimento de gratidão, amor e carinho’

Capitão Juninho se declara para América-MG em aniversário: 'Sentimento de gratidão, amor, carinho'
Mourão Panda / América

No aniversário de 109 anos do América-MG o escolhido para dar a entrevista coletiva foi o volante Juninho. Mas com exclusividade, o capitão do Coelho falou ao Esporte News Mundo sobre o sentimento que é ser líder do time e declarou seu amor pela instituição.

Ele têm 33 anos, e já tem cinco só de Alviverde. Exibe a braçadeira há quase dois e já é uma das grandes figuras da história recente do América. Juninho durante as preleções é um dos que mais fala, além de ser o rosto das campanhas recentes de marketing da equipe. Tudo isso faz com que o sentimento do atleta pelo clube seja muito grande.

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Com o ENM, o jogador falou um pouco sobre a emoção de ser o capitão do Deca em um momento tão especial e também comentou sobre a possibilidade de se aposentar com a camisa verde e preta.

CAPITÃO, LÍDER: QUAL O SENTIMENTO?

– Sentimento de gratidão, amor, carinho. Todos os bons sentimentos. Foi um clube que me acolheu muito bem, um clube que tá completando aniversário na data de hoje. E eu particularmente que recebo o presente em fazer parte disso aqui. Acho difícil encontrar no futebol algo assim né, tão completo, de ambas as partes. E aqui eu vivo isso, acaba contribuindo pra você dar o seu melhor dentro de campo. Eu tento passar isso prós meninos também, eu tento passar esse sentimento, tudo que eu sinto. Muita das vezes até transborda. Então eu quero passar de alguma forma pra todos. Mas a gente sabe que isso é de cada um, é algo que particularmente eu vivi. Só vivendo pra você ter esse sentimento. Então eu me sinto muito feliz aqui, é um local como eu disse que me acolheu muito bem. Tento corresponder da melhor forma possível. Carrego comigo uma responsabilidade a mais, isso não me deixa ficar acomodado, então, quero continuar contribuindo, crescendo junto com o clube.

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PENSA EM SE APOSENTAR NO CLUBE E VIRAR ÍDOLO?

– Cara, eu ainda não me considero um ídolo aqui no América, ainda acho que tenho mais a fazer pra me tornar um ídolo. Acredito que tem mais jogadores que mais história vamos dizer assim vencedoras do que eu, mas eu tenho o desejo de me tornar um. Isso me motiva também né? Não carregar esse status de ídolo, pra que eu seja no futuro breve. Sobre o fim cara, eu não penso no fim de carreira. Meu pensamento é no presente. Quando você começa a pensar nisso você para. Quero sempre evoluir, se eu perceber que isso não tá acontecendo, ou se o clube ver isso de fora, aí a gente pode sentar e conversar. Mas eu quero desfrutar disso tudo, se tiver que ser aqui o fim de tudo, vai ser, vou ficar feliz, mas se não der, bola pra frente, a gente não pode ficar agarrado nisso. Mas como eu disse, viver o momento, desfrutar, porque as vezes a gente pensa muito no futuro e não desfruta o que a gente tem no agora. Então eu vivo muito, com muita intensidade o presente, não penso muito no fim ainda não.

O jogador deve novamente exibir a faixa de capitão da equipe no duelo contra o Cruzeiro, que acontece nesse domingo (02).

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