Ponte Preta

Kleina lamenta revés da Ponte Preta em Salvador: ‘Poderia ter saído com ponto’

Kleina lamenta revés da Ponte em Salvador: 'Poderia ter saído com ponto'

Gilson Kleina, apesar do futebol de baixa qualidade apresentado no Barradão, entendeu que a Ponte Preta merecia ter pontuado na derrota diante do Vitória.

Em coletiva de imprensa, treinador enxergou superioridade da Macaca nas ações do jogo e celebrou comportamento coletivo na primeira metade da etapa inicial.

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“É o trabalho que nós estamos desenvolvendo. Infelizmente, a cada jogo, nós estamos fazendo uma formatação em cima dos desfalques e em cima da característica. Eu acho que, em relação às ações que nós fizemos no primeiro tempo, principalmente, até conversamos com os atletas aqui. No momento em que nós estamos bem na partida, a gente tem que aproveitar, fazer os gols e as oportunidades que nós temos e que nós criamos. Eu acho que, dentro da estratégia, a gente conseguiu colocar o Vitória para trás”, analisou.

“O Vitória, até 20 ou 25 minutos, não tinha chego no nosso gol, tanto é que a primeira bola foi uma defesa sensacional do Ivan, na cabeçada do Dinei. Foi um lance em que a gente não conseguiu roubar na segunda bola e entrou o cruzamento. No demais, a gente conseguiu, porque entraram jogadores com uma característica um pouco diferente. Aumenta a nossa qualidade de passe. A nossa jogada é um jogo técnico, porém nós não temos essa agressividade, às vezes, quando você quer ser um pouco mais intenso pelas características”, prosseguiu.

“Enquanto tem essa situação, eu acho que a equipe da Ponte foi melhor. Ela dominou as ações e teve a chance não só de sair na frente, como ela estava controlando o jogo. No segundo tempo, infelizmente, a gente deu uma queda. Tomamos um gol que difícil de tomar, mas é um ajuste, mais uma vez, que nós vamos ter que trabalhar. Eu acho que a equipe buscou. Tivemos até a três ou quatro chances aí no segundo tempo. Poderia, pelo menos, ter saído daqui com um ponto”, completou.

PROBLEMAS

Gilson Kleina lamentou fato de não conseguir dar sequência ao time titular da Ponte Preta por sequência de desfalques, mas mostrou confiança no trabalho.

“Quando nós aqui chegamos, eu sempre venho com uma missão e com história muito grande. É vislumbrar a Ponte Preta na parte de cima da tabela. As coisas não aconteceram. Houve alguns percalços. A gente vai encaixando. Vocês são testemunhas disso. Tem jogadores que estão estreando. É a 13ª rodada e é o Lucas Cândido, mas a gente não pode mais justificar em cima disso. A gente tem que tentar achar uma situação para o resultado vir, porque nós estamos tendo uma situação de um jogo consistente em algum tempo da partida. Nós não estamos conseguimos sustentar isso”, desabafou.

“No momento em que a gente está bem, a gente tem que começar a fazer os gols. Eu acho que é isso que está escapando. Quando a gente oscila e toma o gol, aí bate um pouco do nervosismo e da ansiedade. Nós estamos os jogadores, é claro, em cima do que o calendário permite, mas eu entendo também que esse calendário é para todos. Eu tenho que ver o lado da Ponte Preta e tudo aquilo que está acontecendo”, prosseguiu.

“É acreditar no trabalho. É ter a convicção. Em momento algum, eu vou titubear. Em momento algum, vai gerar desconfiança. Eu tenho certeza de que a gente vai dar a volta por cima. É claro que eu fico incomodado. Eu acho que todo mundo que é pontepretano reconhece, mas nós estamos no dia a dia e estamos na frente disso. São os atletas poderem também dar alegria para o nosso torcedor, mas a gente precisa reagir. Reagir passa já para daqui três dias, quando a gente já vai estar no campo de novo. É aquilo que eu falo: que a nossa bola também realmente comece a entrar”, arrematou.

TABELA

Sem vencer há cinco rodadas, Ponte Preta, na vice-lanterna com apenas nove pontos, volta a campo pela Série B do Campeonato Brasileiro nesta sexta-feira, 23 de julho, diante do Goiás, quarto colocado, no Estádio Moisés Lucarelli, às 20h.

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