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‘As vezes quem resolve é o pessoal do banco’, avalia Leandro Carvalho, jogador destaca união do grupo do América-MG

'As vezes quem resolve é o pessoal do banco', avalia Leandro Carvalho, jogador destaca união do grupo do América-MG
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Quando Leandro Carvalho entrou em campo no último domingo (02), o América estava perdendo para o Cruzeiro e via a vantagem construída na primeira fase evaporar. O atacante então saiu do banco, deu assistência para Alê e Ademir e o Coelho virou o jogo. Por isso, ele foi o escolhido para a entrevista coletiva desta segunda. O atleta comentou a confiança que Lisca passa aos jogadores e destacou união do elenco do América.

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O jogador de 25 anos é um dos jogadores de confiança do técnico do Alviverde, sempre entrando nos jogos quando o time precisa atacar. Os dois já haviam trabalhado junto no Ceará.

Confira os melhores momentos da entrevista coletiva de um dos heróis do América na semi do Estadual:

VONTADE DE SER TITULAR

– Todos queremos ser titulares né. Com todos os jogadores que a gente tem no elenco, vamos dizer assim que a gente não tem um time titular né. Temos um elenco muito forte. Todos são titulares, sempre buscando fazer o melhor pra ajudar a equipe. Nem sempre quem começa o jogo vai estar aprimorando e buscando a vitória. As vezes quem resolve um jogo é o pessoal que está no banco, então eu vejo o América com o grupo muito muito forte.

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POSIÇÃO PREFERIDA EM CAMPO

– Minha preferência é onde eu puder estar ajudando eu vou estar entrando e dando o meu melhor. Se o professor me colocar no gol vou ter que estar ajudando também, se o goleiro for expulso e tiver que ir pro gol (espero que isso não aconteça) mas vou ter que estar dando meu melhor pra estar ajudando, então eu acho que a gente tem que ter sempre aquele plano B de opção. Se o professor optar por você estar na lateral, você tem que estar, dar o seu melhor pra ajudar os companheiros.

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COMO O AMÉRICA CONSEGUIU VIRAR O JOGO?

– Acho que foi a união do grupo. A força que o grupo tem. As conversas que a gente tem no dia a dia de trabalho. Tem também a parte muito emocional do Lisca, né, com a gente no vestiário. Ele não deixa nós ficarmos abatidos, toma o gol e corre atrás. Se a gente não conseguir buscar o resultado, estamos sempre batalhando, então acho que isso é a marca do América, a marca que a gente tem aqui no grupo. E sempre que eu acompanhei, eu vi essa união que a gente tem dentro de campo. Até mesmo no segundo gol que a gente fez, que foi o gol do Ademir, eu passei a noite vendo meu lançamento que tinha dado pro Ademir e eu prestei muito mais atenção na comemoração. Quem ficou vendo o gol ali até o final, e depois a comemoração, acho que a união que a gente no grupo.

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