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Liga Espanhola decide não punir jogador do Cádiz por não ter provas de ofensas racistas a Diakhaby

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A Liga Espanhola alegou não ter provas da acusação de ofensas raciais feitas pelo jogador Juan Cala, do Cádiz, para o Diakhaby, do Valência, e decidiu encerrar o caso sem punições. No último domingo, o zagueiro francês apontou ter sido chamado de “negro de merda” pelo adversário, partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Espanhol.

A investigação teve uma equipe que limpou o ruído do áudio dos microfones de captação do som ambiente, e também contou com especialistas em leitura labial. E não foram encontradas provas acusatórias.

Após a partida, o árbitro David Medié mencionou na súmula os insultos. O time do Valência chegou a sair de campo após o ocorrido, e chegou a ficar 20 minutos foram de campo, e retornou sem Diakhaby, que foi substituído.

Depois do apito final, o Cádiz soltou um comunicado dizendo: “ser contra qualquer situação de racismo ou xenofobia”, e reforçou de não ter dúvidas “da honestidade de todos os integrantes do plantel”.

A investigação seguirá aberta, mas pela Federação Espanhola de Futebol. O Comitê de Competições abriu um expediente extraordinário para julgar o caso, e entender o que aconteceu no último domingo (04).

Na última terça-feira, Diakhaby se manifestou em suas redes sociais e confiante com a coleta de provas.

“Hoje me sinto bem, mas me doeu muito. É a vida, mas espero que a Liga espanhola consiga ter provas para que tudo fique claro e possa tomar atitudes. E quero agradecer ao Valencia, aos meus companheiros, aos meus treinadores e aos torcedores pelo carinho e apoio que me deram. E quero dizer que estou bem. Obrigado.”, disse o zagueiro do Valência.

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