Olimpíadas

Malcom espera jogo físico diante da Costa do Marfim e revela sentimento por estar nos Jogos Olímpicos: ‘sensação inexplicável’

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Se tem um jogador da Seleção Olímpica que fez bastante esforço para estar no grupo, esse alguém é o Malcom. O atacante foi integrado ao elenco brasileiro faltando cinco dias para o início dos Jogos Olímpicos. Isso porque o Zenit (RUS) não o liberou anteriormente, mas acabou cedendo ao desejo do atleta.

A estreia de Malcom aconteceu aos 18 minutos do segundo tempo do jogo contra a Alemanha, ao entrar no lugar de Antony. Naquele momento, o atacante, cria do Corinthians, realizou um sonho na carreira.

— Particularmente é uma sensação inexplicável poder estar representando o meu país nas Olimpíadas. Todo atleta sonha com isso. Milhares de jogadores passaram por aqui e ídolos também, então para mim é uma honra estar participando deste grupo. Me sinto muito honrado por poder representar o Brasil e vamos em busca do objetivo, que é a medalha de ouro — revelou Malcom.

Na estreia o Brasil venceu a Alemanha com autoridade, mas sofreu um certo susto no segundo tempo, por deixar o adversário encostar no placar, que estava 3 a 0. Malcom afirmou que o momento de desatenção da equipe serviu de lição e acredita que isso não irá acontecer nos próximos jogos.

— A ansiedade já deixamos de lado. Fizemos uma grande estreia contra uma grande equipe, uma grande seleção e fizemos um primeiro tempo top. Agora é ajustar os detalhes do segundo tempo para que a gente não venha voltar a sofrer. A gente sabia que eles poderiam crescer durante o jogo, mesmo com um jogador a menos. Então serve de lição esse segundo tempo para que a gente não repita nos próximos jogos.

Neste domingo, às 5h30 (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Costa do Marfim, pela segunda rodada do Grupo D. Malcom afirmou que conhece os jogadores marfinenses e avaliou o que espera do confronto.

— Alguns jogadores eu já conheço porque joguei na França. Maioria dos marfinenses jogam ou já jogaram por lá. Muita força física, a gente sabe que vai enfrentar uma equipe que tem muita resistência, que é o forte deles. Mas é só a gente entrar do jeito que entrou no primeiro tempo contra a Alemanha e repetir isso no segundo tempo. É jogar o nosso jogo, porque a gente sabe que juntos somos mais fortes. Então é concentrar, descansar, porque sabemos que teremos uma pedreira pela frente.

Tanto Brasil, quanto a Costa do Marfim, venceram na estreia. Portanto, uma vitória praticamente garante a classificação para as quartas de final.

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