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Mancinismo: treinador eleva aproveitamento do América-MG e coloca time na briga pela permanência

Mancinismo: treinador eleva aproveitamento do América-MG e coloca time na briga pela permanência
Foto: Mourão Panda/América

Quando Vagner Mancini e o Mancinismo chegaram ao América-MG, ainda em junho, o cenário era de destruição. Diferentemente de 2020, Lisca não conseguiu dar jeito à equipe e o começo de Série A foi decepcionante, bem diferente do previsto por diretoria e torcedores.

Com Lisca e Cauan de Almeida, o Coelho fez as cinco primeiras rodadas do Brasileirão, quando conquistou apenas um ponto. Foram quatro derrotas, um empate, seis gols sofridos, apenas um feito e a lanterna da competição. Naquele momento, poucos eram aqueles que se mantinham animados.

APESAR DOS PESARES, MANCINISMO

Após importantes trabalhos em Atlético-GO e Corinthians no Brasileirão de 2020, Vagner Mancini chegou ao América-MG e logo se tornou a principal esperança do time na briga pela Série A. Com certo renome nacional e vindo da onda de ‘Mancinismo‘, o treinador fugiu um pouco do perfil mais modesto que o Coelho costumava buscar em seus técnicos.

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Até o momento, Vagner Mancini disputou 14 jogos à frente do América-MG. Venceu cinco, empatou quatro e perdeu outras cinco. O aproveitamento, de 47%, não é o ideal, mas já expõe a evolução que o time teve nas mãos do comandante.

Atualmente, com 21 pontos em 19 jogos, o Alviverde ocupa a 17ª posição e está totalmente dentro da luta pela Série A que, por vezes, pareceu perdida. Mesmo com tropeços inexplicáveis, como a derrota para o Sport, o Mancinismo está mais vivo do que nunca no América-MG.

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