Campeonato Carioca

Marcelo Cabo após derrota para o Madureira: ‘Muita confiança nesses jogadores’

Marcelo Cabo em entrevista coletiva após o jogo - FOTO: Reprodução Internet

Após a derrota para o Madureira, por 1 a 0, em Conselheiro Galvão, no primeiro jogo das semifinais da Taça Rio, o treinador Cruz-maltino, Marcelo Cabo, concedeu entrevista coletiva, ainda no estádio, e explicou o planejamento para esse jogo de ida:

– Fizemos um planejamento que o primeiro jogo jogaria a equipe 2, o G2. E o segundo jogo jogaria a equipe principal, o G1. Isso é um planejamento como um todo para a temporada, talvez seja a última oportunidade para abrir uma semana para dar ênfase técnica, tática e física à equipe. Quando a gente retomar a Série B e a Copa do Brasil, vamos só jogar e recuperar os jogadores. Eu precisava dar esse ajuste fino e esse polimento para a sequência. E também poder aproveitar os pratas da casa.

O treinador também falou sobre a expulsão de Laranjeira, que deixou o Vasco com um a menos desde os vinte e nove minutos do primeiro tempo:

– Conversei pessoalmente com o Laranjeira. Na minha opinião, não foi justa. Quando ele foi chutar a bola, ele não olhou o rapaz. No momento seguinte, o camisa 10 do Madureira teve o mesmo gesto. Chutou a bola, bateu na cabeça do nosso jogador, e ele não levou o amarelo. Houve diferença de critério. Antes de o Laranjeira ser expulso, o zagueiro central estava com amarelo, e fez uma falta muito mais dura.

OUTRAS RESPOSTAS

Estreia do Romulo

– A gente fez reunião essa semana para analisar o aproveitamento do Romulo. Estava pautado para jogar 45 minutos. Como conheço bem aqui e sabia que ficaria jogo de bola aérea e segunda bola, optei por utilizá-lo no primeiro tempo. No intervalo, ele iria sair. No final do primeiro tempo, sentiu a perna pesar. É um jogador muito experiente, pediu para sair cinco minutos antes. No primeiro exame do vestiário, não é nada. Romulo disse que não chegou a fisgar. Ele vem de um bom planejamento para a preparação.

Até que ponto essa derrota tira a confiança do grupo

– Uma hora a gente ia perder. Ninguém é invicto eternamente. Hoje o que me trouxe foi muita confiança nesses jogadores. Tiveram competitividade o jogo todo e quase empatamos no final. A nossa convicção é muito grande no nosso planejamento.

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