Copa do Mundo

Mbappé guarda item relacionado a Messi mesmo com o vice-campeonato no Catar; entenda

(Photo by Alex Pantling/Getty Images)

Mbappé guardou a bola da final da Copa de 2022 após marcar três gols e ainda conseguiu uma assinatura especial de Messi na relíquia

(Foto: Alex Pantling/Getty Images)

Kylian Mbappé transformou uma das noites mais dolorosas de sua carreira em uma lembrança eterna. Segundo revelou o jornal francês L’Equipe, o atacante guardou a bola da final da Copa do Mundo de 2022 autografada por Lionel Messi, rival naquela decisão histórica disputada no Catar.

Mesmo após a derrota da França para a Argentina nos pênaltis, Mbappé decidiu levar a bola para casa. O motivo era especial: o camisa 10 francês marcou três gols na final e protagonizou uma das maiores atuações individuais já vistas em uma decisão de Mundial.

Mbappé
Kylian Mbappé, com sua chuteira de ouro, passa ao lado da taça da Copa do Mundo no Catar – (Foto: Julian Finney/Getty Images)

A publicação afirma que o atacante quebrou o protocolo habitual após a partida para conseguir a assinatura de Messi na bola. Na época, os dois dividiam o vestiário do Paris Saint-Germain e mantinham uma relação de respeito dentro e fora de campo.

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Desde então, a peça passou a integrar a coleção pessoal de recordações do astro francês. A relíquia permanece guardada ao lado de outros objetos marcantes que ajudam a contar a trajetória de um dos principais jogadores de sua geração.

Duelo histórico segue vivo dentro e fora de campo

A revelação surge justamente em um momento em que Messi e Mbappé voltam a disputar espaço na história das Copas do Mundo. Os dois aparecem entre os maiores artilheiros da competição e seguem ampliando números que já os colocam entre os grandes nomes do torneio.

Aos 38 anos, Messi alcançou a marca de 16 gols em Copas ao balançar as redes três vezes na vitória da Argentina sobre a Argélia. Com isso, igualou o alemão Miroslav Klose no topo da lista de maiores goleadores da história dos Mundiais.

Mbappé, por sua vez, chegou aos 14 gols após marcar duas vezes na vitória da França sobre Senegal na estreia da Copa do Mundo de 2026. O atacante divide atualmente a terceira posição do ranking histórico com o alemão Gerd Müller.

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