Mascotes são um conceito originário da França em 1880. Naquele tempo, o termo passou a ser utilizado para se referir a uma pessoa com sorte e, aos poucos, foi se moldando aos interesses da indústria esportiva.
As universidades norte-americanas começaram a utilizar animais como mascotes depois que perceberam o sucesso de levar os bichinhos para o estádio. Ao fazer isso, diversos torcedores se animaram, o que fez com que os organizadores continuassem com a prática.
Muitas marcas criaram mascotes digitais para humanizar o branding e se basearam no sucesso da presença desses personagens nos ambientes esportivos para desenvolver campanhas de marketing voltadas para a promoção da marca.
O sucesso dos mascotes é tanto que grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo de futebol não podem mais ser pensados sem um personagem que, geralmente, é criado com base na cultura e em animais do país-sede.
Mascotes do futebol brasileiro têm contexto cultural
É raro pensar em um time de futebol, ou até mesmo ler notícias esportivas, e não encontrar nenhuma referência aos mascotes representados por animais. O Flamengo, por exemplo, tem no Urubu seu mascote.

Outro bom exemplo de mascote popular no futebol é a Raposa, do Cruzeiro. Segue essa lógica de animais como mascotes o Galo, representando o Atlético-MG, assim como Peixe, animal que está diretamente vinculado ao Santos.
A inusitada história do Galo do Atlético-MG explica como o contexto cultural tem total impacto na criação e fixação de um mascote. Afinal, foi por volta de 1950, quando o Mineirão foi inaugurado e torcedores do time mineiro levavam, literalmente, galos para as partidas do seu time do coração.
Aliás, o Galo Doido, como é carinhosamente chamado o mascote do Atlético-MG, chegou a ser reconhecido como um dos 20 melhores mascotes do mundo em concurso realizado pela OneFootball, sendo o único brasileiro no ranking da plataforma digital.
Presença de animais como mascotes vai além dos esportes
O sucesso dos mascotes no âmbito esportivo fez com que as empresas optassem por investir nos animais para representarem, também, os seus negócios. Um bom exemplo disso é a Lacoste, que utiliza um crocodilo em suas roupas e acessórios.
É também na indústria de jogos de cassino que é possível perceber a presença dos animais para atrair os jogadores e fidelizá-los ao jogo em que são apresentados. Um bom exemplo disso é o slot Fortune Rabbit online, onde um coelho estilizado aparece ao fundo enquanto os rolos giram, exibindo símbolos de inspiração asiática, baseados em um sistema de geração aleatória de números.
Outro mascote que também é bem conhecido pelos brasileiros é o Pinguim do Ponto Frio. A marca chegou a comemorar 79 anos com rebranding e manteve os elementos essenciais do seu logo, com o animal sendo destaque nos materiais promocionais da marca.
Esses exemplos comprovam que o uso de mascotes segue em alta no mercado esportivo e também fora dele. Além de serem figuras consagradas em seus times, os personagens também passam por mudanças que os deixam ainda mais humanizados, principalmente no ambiente digital, onde as tecnologias disponíveis permitem a criação de imagens em alta definição.
A tendência é de que os mascotes continuem em alta e mantenham seu aspecto de fidelizar consumidores, torcedores e até mesmo jogadores de jogos online, mas especialistas consideram como relevante utilizá-los com foco nos objetivos de promoção da empresa ou do time ao qual estão vinculados.