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Palmeiras e Atlético-MG iniciam duelo na semifinal da Libertadores; classificação renderá R$ 31 milhões

Atlético-MG e Palmeiras se encontram pela primeira vez na Libertadores. Pelo Brasileirão, o Galo venceu por 2 a 0. Foto: Pedro Souza / Atlético

O duelo desta terça (21), no Allianz Parque, marca o embate de duas potências do futebol sul-americano neste ano. Juntamente com o Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras tem um dos melhores elencos do continente e se encontram, em São Paulo, para uma das maiores disputas entre os dois clubes.

O histórico em mata-matas dos dois gigantes é favorável para o time paulista. São quatro confrontos e três classificações: 1996 (oitavas da Copa do Brasil); 2000 (semifinal da Mercosul); 2010 (quartas da Sul-Americana). A única classificação do Galo foi em 2014 (oitavas da Copa do Brasil).

A partida é ainda mais especial, já que, pela primeira vez, os dois clubes se enfrentam na Copa Libertadores. Na história do confronto, são 72 partidas, sendo 26 vitórias do Galo, 34 vitórias do Palmeiras e 12 empates. Jogando na capital paulista, o Atlético só venceu nove vezes, a última vez em 2016, por 1 a 0, gol de Leandro Donizete.

Recentemente, os dois times se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro, ambos como líder e vice-líder da competição. No Mineirão, o Galo se impôs e venceu o alviverde por 2 a 0, com dois gols de Jefferson Savarino, que não poderá esta em campo, devido a uma lesão.

A semifinal marca, não só a vaga para a final de Montevidéu, mas a oportunidade de colocar mais dinheiro no cofre. Ao se classificar, um dos dois times receberá US$ 2 milhões (R$ 10.650.400), dinheiro referente às semifinais, e pela final, no mínimo US$ 6 milhões (R$ 31.951.200).

Um duelo especial, pela glória eterna, para se colocar no topo do continente. Atlético-MG e Palmeiras inicia hoje, às 21h30, no Allianz Parque, pela semifinal da Libertadores, um embate que vale a oportunidade de ir ao Estádio Centenário para lutar, um pelo tricampeonato, sendo campeão duas vezes seguidas, e o outro para ser bicampeão e voltar a disputar o Mundial de Clubes após oito anos.

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