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Paulo Sousa lamenta chances desperdiçadas e pênalti não marcado: ‘Poderíamos ter resolvido o jogo’

Paulo Sousa lamenta chances desperdiçadas e pênalti não marcado: 'Poderíamos ter resolvido o jogo'
Foto: Gilvan de Souza | Flamengo

Jogando na Arena Castelão, o Flamengo empatou em 2 a 2 com o Ceará na tarde deste sábado (14), em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do Rubro-Negro foram marcados por Willian Arão, de cabeça, enquanto Stiven Mendoza e Nino Paraíba anotaram os tentos do Vozão. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Paulo Sousa afirmou que sua equipe poderia ter liquidado o duelo, lamentou as chances perdidas e um pênalti não marcado em Gabigol.

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A jogada aconteceu aos 41 minutos do segundo tempo. Após disputa com Richardson, o camisa nove da Gávea caiu na área. O árbitro mandou a partida seguir e não teve a interferência do VAR.

– Eu analiso mais a capacidade de jogo que tivemos no primeiro tempo. Poderíamos já no final do primeiro tempo ter resolvido o jogo. No início do segundo tempo também, tivemos dois lances para podermos fazer o 3 a 1. Com o Pablo e com o último passe do Bruno que poderia ter sido muito mais eficaz para finalizar – disse o treinador rubro-negro, prosseguindo:

– Eu não sou uma pessoa de fazer muita referência à arbitragem, só que são dois jogos claramente. No Botafogo podíamos fazer 1 a 0 (gol anulado de Gabigol) e termos um controle completamente diferente. E hoje um 3 a 1 numa fase do jogo para poder sentenciar esse jogo.

O Flamengo tem o mesmo número de partidas e pontos no Brasileirão: seis. No momento, o Rubro-Negro ocupa a 14ª colocação na tabela, podendo ser ultrapassado dependendo dos resultados da rodada. Paulo Souza também lamentou a necessidade de fazer três substituições forçadas.

– Fomos obrigados a fazer três substituições que não queríamos. Bruno Henrique precisava sair, David no intervalo já tinha condições que não lhe permitiam dar o máximo e o próprio Isla, que próximo de mim me disse que estava com condições debilitadas – falou, completando:

– Tínhamos definidos de refrescar o nosso meio para continuarmos a ter mais controle porque estávamos perdendo. Tínhamos iniciativa em transições, mas estávamos a perder o controle do jogo. Com mais bola, com mais posse e de poder chegar no campo adversário. Até para identificarmos o momento de acelerar e finalizar.

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Agora, o Flamengo vira a chave e volta suas atenções para a Copa Libertadores da América. O Mais Querido enfrenta a Universidad Católica na próxima terça-feira (17), às 21h30 (de Brasília), no Rio de Janeiro, pela quinta rodada da fase de grupos do torneio. O Rubro-Negro está com a classificação bem encaminhada. O time de Paulo Sousa lidera o Grupo H, com 10 pontos. Em quatro jogos até o momento, a equipe da Gávea venceu três e empatou uma.

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Segundo tempo do Flamengo

– Não foi só uma vez (única finalização), poderíamos ter feito mais se o árbitro nos permitisse porque houve um pênalti claro. Há um último passe depois de uma saída de bola com mudança de velocidade com o último passe para o Bruno num movimento muito bem feito e não entrou bem para podermos finalizar. Tivemos uma bola na trave que poderíamos decidir o jogo.

– E as três substituições forçadas não nos permitiram refrescar espaços onde acreditávamos que era necessário para continuar a dominar e a criar oportunidades. Isso fez com o que os nossos adversários nos empurrassem.

– Tivemos também muito debilitado fisicamente o Arrascaeta, com muita dificuldade para pegar no jogo. E tudo isso foi contribuindo para que o nosso bloco fosse mais baixo e déssemos a iniciativa ao nosso adversário.

O que dizer ao torcedor?

– O torcedor já passou por vários momentos. Como já disse em uma coletiva, é um torcedor que tem muito amor por esse clube. E com certeza vai apoiar nessa dificuldade de resultados porque ele vai aparecer. Nós merecemos, temos vindo a trabalhar para isso. Infelizmente os momentos não têm sido benéficos, mas nós vamos continuar a focar no que acreditamos. E com certeza isso vai virar.

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