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Prefeitura do Rio libera público para jogo do Flamengo na Libertadores, mas VP do clube critica porcentagem e afirma: ‘Temos para onde levar nossos jogos’

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Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Flamengo pode, enfim, voltar a ter público nos jogos realizados no Rio de Janeiro. A secretaria de saúde da cidade liberou um protocolo onde será possível preencher 10% da capacidade do Maracanã. A medida visa o duelo contra o Olimpia, do Paraguai, no dia 18 de agosto, válido pela Libertadores.

O protocolo aceito diz que, somente quem está com o esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) ao menos 15 dias antes, entrará no estádio. O teste PCR negativo também poderá ser utilizado, com 48 horas de antecedência. Ademais, o uso de máscaras e o distanciamento social serão obrigatórios.

A partir do dia 2 de setembro, caso a vacinação esteja ocorrendo de maneira satisfatória, a prefeitura tem um plano de liberar 50% do público em toda a cidade do Rio de Janeiro, com um público formado apenas por pessoas com o esquema vacinal completo.

Apesar da liberação, o vice-presidente geral do Flamengo, Rodrigo Dunshee, fez críticas a porcentagem de público liberada, por meio de sua conta no Twitter. Segundo ele, “10% não é economicamente sustentável”, sugerindo a possibilidade de voltar a mandar uma partida em outro estado.

– Perde o Rio de Janeiro, perde o turismo, perde a fazenda pública e perde, principalmente, o carioca. Temos para onde levar nossos jogos. Vida que segue. 10 por cento não é economicamente sustentável. 10 por cento foi o que deram em janeiro para a libertadores. Com testagem era seguro 30%, Como BH, Cuiabá, Brasília etc.. Abrir o Maracanã para público custa caro. Tem uma logística grande.

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