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Psicologia do Fluminense reforça plano de bem-estar durante quarentena

O Departamento Médico do Fluminense, através do setor de Psicologia, enviou mais um material de boas práticas para a manutenção da mente saudável: um plano de bem-estar durante o período de quarentena. No material desenvolvido pela doutora Emily Gonçalves estão diversas práticas que colaboram com a percepção de estar ativo diante de um cenário de isolamento físico. O plano sugere diversas rotinas como estabelecer horários das refeições e do sono, fazer refeições sem uso de aparelhos eletrônicos, manter contato regular com parentes e amigos preferencialmente por vídeo, manter hobbies que podem ser feitos dentro de casa, entre outros.

“Algumas coisas podem parecer simples para uns, mas quando entramos no automático das nossas ações acabamos não percebendo como desenvolvemos as tarefas do cotidiano. Indicar esse plano faz com que as pessoas voltem a perceber as possibilidades que estão ao seu redor e as pratiquem de forma a tornar, as ações, uma recompensa de bem-estar. Isso inclui as atividades prazerosas e as necessárias para o seu bom convívio com o meio em que vive. É importante ter a consciência de que as tarefas tidas como chatas, quando finalizadas, entregam uma boa sensação, em contrapartida, também é importante realizar tudo dentro do grau de satisfação, e não por ser obrigatório, para não cair na ditadura da produtividade”, disse Emily Gonçalves.

Psicologia Aplicada ao Esporte: Plano de bem-estar

Rotina:

Ao acordar, levante-se devagar com atenção nos movimentos corporais e respiração. Estabeleça horários para as atividades diárias, principalmente para se alimentar, dormir e acordar, fazer exercícios físicos ou o treinamento estabelecido pela preparação física.

Invista em você:

Desenvolva o seu estado de lucidez, ou seja, no aqui e agora. Invista nas práticas de bem-estar como mindfulness. Exercícios rápidos de três minutos, três vezes ao dia, simplesmente sentado, sentindo os pés no chão, com o foco na respiração e seu corpo acomodado na cadeira. Faça pelo menos uma refeição ao dia sem aparelhos eletrônicos ligados, com o foco na alimentação.

Permita-se:

Vivencie as suas emoções desafiadoras como a raiva, medo, tristeza, angústia e ansiedade. Acesse as suas preocupações durante um momento do seu dia. Compartilhe, sempre que necessário, com o seu psicólogo. Falar pode aliviar as dores emocionais.

Foto: Lucas Merçon/Fluminense

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