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Resumo: Veja como foi o 1º turno da Superliga Masculina

(Créditos:Ícaro Oliveira)

Após as vitórias do Vôlei Guarulhos, APAN/Eleva/Blumenau e Sesi-SP nesta segunda-feira (21), o primeiro turno da Superliga Banco do Brasil de Vôlei Masculino foi finalizado com todas as doze equipes cumprindo seus onze jogos. O líder da competição é o Sada Cruzeiro, que bateu o EMS/Taubaté Funvic no último sábado (19) e arrancou o primeiro lugar da equipe paulista que liderava a Superliga até a derrota. E na outra ponta da tabela, o Pacaembú/Ribeirão Preto segura a lanterna do campeonato e está acompanhado do Caramuru Vôlei.

O returno começa nesta terça-feira (21) com partidas entre Taubaté e Uberlândia, Vôlei Renata e Montes Claros América Vôlei, e, finalizando a noite, Sada Cruzeiro e Guarulhos.

Clique aqui e veja a tabela oficial da Superliga Banco do Brasil Masculina. Abaixo, veja a análise de cada equipe em suas respectivas posições.

Sada Cruzeiro Vôlei – 31 pontos

Líderes da Superliga, o Sada Cruzeiro conquistou dez vitórias e apenas uma derrota no tie-brake para garantir seus 31 pontos e a primeira posição da tabela. A equipe comandada por Marcelo Mendez conta com o quarto e o oitavo maiores pontuadores, em pontos por set, desta temporada nos opostos Alan e López, respectivamente. Além disso, o time ainda tem o terceiro e quarto melhores saques da liga com o meio-de-rede Isac e o oposto Rodriguinho.

Sada/Cruzeiro
(Créditos:  AGÊNCIA I7/SADA CRUZEIRO)

A única derrota do Cruzeiro nesta Superliga veio contra o rival Fiat/Minas Tênis Clube, pela terceira rodada da competição, por três sets a dois. Assim, a equipe garantiu um ponto da partida e ficou com a liderança após bater o EMS/Taubaté Funvic por três sets a um.

EMS/Taubaté Funvic – 30 pontos

Após a derrota para o Sada Cruzeiro no último sábado (19), o último invicto da Superliga caiu e perdeu a liderança. O EMS/Taubaté Funvic liderou o campeonato durante as dez primeiras rodadas sem perder um jogo e deixando escapar apenas quatro sets. Contudo, os paulistas agora estão na segunda colocação mas apenas por um ponto.

(Créditos: Renato Antunes/Agência Maxx Sports)

A dupla de “Maurícios” vem sendo parte fundamental do time de Javier Weber. O ponteiro Maurício Borges e o central Maurício Souza são os vice-líderes em saques e bloqueios, respectivamente.

Vôlei Renata – 27 pontos

Campeões paulistas, o Vôlei Renata vem fazendo um bom trabalho nesta Superliga e se garantindo como um dos times mais empolgantes da competição. Com o quinto melhor pontuador, com o oposto Leandro Vissoto, e o terceiro melhor bloqueador, com o central Barreto, a equipe de Campinas se confirmou como uma das favoritas a chegar às semi-finais ao lado do Cruziro, do Taubaté e do Fiat/Minas Tênis Clube. Além destes destaques, a equipe também vem mostrando grande potencial com o ponteiro Vaccari, que vem fazendo ótimas atuações pelos campineiros.

O Renata conta com apenas duas derrotas, para o Sada Cruzeiro e para o EMS/Taubaté Funvic, e nove vitórias nestes onze primeiros jogos. Assim, a equipe ocupa confortavelmente o terceiro lugar, com quatro pontos de vantagem para o quarto colocado.

Fiat/Minas Tênis Clube – 23 pontos

Quarto colocado desta Superliga, o Fiat/Minas Tênis Clube fecha a lista dos favoritos às semis com três derrotas e oito vitórias no primeiro turno. A equipe perdeu para o Taubaté, para o Renata e para o Montes Claros América Vôlei, e assim a sofrida vitória contra o rival Cruzeiro acabou causando menos impacto na tabela. O time conta com o melhor sacador da liga no ponteiro Honorato, que já tem 15 aces na competição, e o quarto maior pontuador no oposto Escobar, que já pontuou 144 vezes nessa Superliga.

(Créditos: Orlando Bento/MTC)

O Minas é o último dos times que tem mais vitórias do que derrotas nesta Superliga e apenas um dos sete a vencer uma partida no tie-brake.

Azulim/Gabarito/Uberlândia – 15 pontos

A equipe mineira está na quinta posição e lidera o segundo pelotão da Superliga. Com cinco vitórias e seis derrotas, o Azulim/Gabarito/Uberlândia é uma das duas equipes que já participaram de todos os resultados neste campeonato (ganhando ou perdendo), mas tem um set perdido a menos do que o Itapetininga e, por isso, está na frente dos paulistas. O jovem oposto Daniel Pinho, de apenas 22 anos, lidera a equipe em pontos de saque e é o décimo melhor sacador da competição.

Apesar dos bons resultados, a classificação para os playoffs ainda não está garantida para o Uberlândia. O time ainda tem que se concentrar para poder repetir a boa campanha no returno e, quem sabe, surpreender na fase de mata-a-mata.

Vôlei UM Itapetininga – 15 pontos

Na sexta colocação da Superliga, o Vôlei UM Itapetininga conseguiu vencer os casos de Covid-19 que assolaram a equipe no início da temporada e vem se classificando para os playoffs da competição. Com cinco vitória e seis derrotas mas com um set perdido a mais do que o Uberlândia, o Itapetininga vem dependendo do maior pontuador da competição, o oposto Renan Buiati, que já marcou 203 pontos, e dos bloqueios do central Johan, que lidera a estatística.

APAN/Eleva/Blumenau – 13 pontos

Após a vitória contra o Caramuru Vôlei nesta segunda-feira (21) por três sets a zero, o APAN/Eleva/ Blumenau conseguiu subir para a sétima posição e entrar na zona de classificação para os playoffs. Após se recuperar de um surto de Covid-19 que fez a equipe adiar diversos jogos, os catarinenses conseguiram se reorganizar e ficar com o recorde de quatro vitórias e sete derrotas. Liderados pelo oposto Franco, que é o terceiro melhor pontuador da Superliga com 169 pontos, o time busca se manter entre os oito primeiros e até buscar uma vaga nas quartas de final.

A equipe de Santa Catarina ainda conta com um obstáculo a mais nesta Superliga. Por causa das medidas de prevenção do Covid-19, o Blumenau não pode jogar no seu próprio estado e, portanto, ainda não jogaram em casa neste campeonato.

Vedacit/Vôlei Guarulhos – 13 pontos

Com quatro vitórias e sete derrotas, o Vedacit/Vôlei Guarulhos está na oitava posição e fecha a zona de classificação para os playoffs. A equipe conta com o terceiro melhor sacador em números de aces nessa Superliga, o ponteiro Rammé, que já carimbou 12 aces nesse campeonato. A campanha do Guarulhos não vêm surpreendido, contudo, a equipe conseguiu reverter a sequência de cinco derrotas nas primeiras rodadas e nos últimos seis jogos perdeu apenas duas vezes.

Montes Claros América Vôlei – 11 pontos

Também com quatro vitória e sete derrotas, o Montes Claros América Vôlei lidera os times que ainda buscam entrar na zona de classificação para os playoffs. Na nona posição, a equipe mineira vem alternando boas atuações com partidas medianas, em que não conseguem surpreender o adversário. Com os experientes Rodriguinho, levantador de 40 anos que é o terceiro melhor da Superliga, e Tiago Brendle, líbero de 35 anos com a quarta melhor recepção da cometição, o time tem seus melhores momentos quando não depende dos atletas mais jovens.

Sesi-SP – 11 pontos

O quinto time com quatro vitória e sete derrotas, o Sesi-SP busca a vaga para os playoffs após vencer o Pacaembu/Ribeirão nesta segunda por três sets a zero. Na décima posição, este já não é o mesmo Sesi de antigamente, contudo, com o time mais jovem desta Superliga com uma média de idade de 20 anos, os paulistas jogam com vontade e organizadamente, ainda que sejam vítimas dos próprios erros da inexperiência. Ainda assim, a equipe conta com o segundo maior pontuador deste campeonato no oposto Darlan, irmão do também oposto Alan que atua no Sada Cruzeiro.

O atleta mais velho e capitão da equipe do Sesi-SP é o líbero Murilo, de 39 anos. Ele e o ponteiro Alan Patrick são os únicos jogadores do time com mais de 20 anos.

Caramuru Vôlei – 8 pontos

Com oito derrotas e três vitórias, o Caramuru Vôlei abre a zona de rebaixamento para a Superliga B na décima primeira colocação. O time venceu apenas do lanterna, Pacaembu/Ribeirão, do Uberlândia por três sets a dois e do Montes Claros, por três a um. Assim, o Caramuru não vem conseguindo dar consistência ao seu jogo e, rapidamente, foi caindo na tabela. O meio-de-rede Matheus é o décimo melhor bloqueador da competição. Seus pontos de bloqueio, contudo não estão sendo suficientes para fazer o time vencer.

Pacaembú/Ribeirão – 1 ponto

Sem vencer nenhuma partida, o Pacaebmbú/Ribeirão é o lanterna isolado da Superliga, na décima segunda colocação. O único ponto da equipe de Ribeirão Preto veio na derrota por três sets a dois para o Vôlei UM Itapetininga, em casa, pela oitava rodada da competição. O líbero Diego, contudo, traz uma notícia boa para a equipe sendo o segundo melhor recebedor da competição, atrás apenas do líbero Maique que atua no Fiat/Minas Tênis Clube.

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