Campeonato Brasileiro

Rogério admite má fase, mas segue confiante no seguimento do trabalho no Flamengo

Rogério analisa derrota do Flamengo
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Após a terceira derrota em quatro jogos, o clima do Flamengo não é dos melhores. Depois de perder para o Atlético-MG, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira (7), Rogério Ceni admitiu a má fase da equipe, voltou a falar dos desfalques e afirmou que segue trabalho no Rubro-Negro.

Em mais uma exibição abaixo da média, o Flamengo perdeu para o Atlético-MG por 2 a 1, no Mineirão, pela décima rodada do Brasileirão. Esta foi a quarta derrota em oito partidas do Rubro-Negro no campeonato, o deixando cada vez mais distante na luta pelo título.

Muito contestado, Rogério Ceni concedeu entrevista após a partida, ainda no Mineirão. Ele voltou a citar os desfalques e o desgaste pelo excesso de jogos, mas reconheceu a má fase que a equipe vive no momento.

“Eu compreendo todas as críticas. Entendo o torcedor. Não é natural, é sempre importante vencer. Quando você está no Flamengo, você não pode perder uma partida em 10 dias, quem dirá três. O trabalho vem sendo feito, os jogadores vêm se empenhando ao máximo. Eu entendo todas as críticas, as reclamações, mas eu sigo meu trabalho, fazendo o melhor que posso todos os dias de trabalho no CT”.

Esta tem sido a semana mais conturbada de Rogério desde que chegou ao clube. Rumores sobre contatos com outros treinadores, insatisfação de parte do elenco, falta de respaldo da diretoria… Tudo isso em 10 dias, nos quais o Flamengo perdeu três dos quatro jogos que disputou.

Ao ser perguntado sobre a sua relação com os jogadores neste momento delicado, Rogério disse que nada mudou desde o primeiro dia em que assumiu o clube.

“Minha relação e meu trabalho com os atletas são os mesmos do primeiro dia. Eu os trato da mesma maneira e sinto o mesmo retorno de cada um. Logicamente, quem joga sempre está um pouco mais feliz, quem não joga… É normal, completamente natural. A relação, o dia a dia.”

Sobre a partida contra o Atlético, o treinador voltou a falar dos desfalques causados pelas convocações, além do excesso de jogos que a equipe tem disputado com um elenco reduzido.

“É o nono jogo que tivemos com ausências importantes. Esses jogadores vêm se desgastando com jogos a cada três dias. Hoje foi jogo contra um adversário duríssimo, que vai brigar com nós em todas as competições em que nos enfrentamos mais para a frente.”

Agora, o Rubro-Negro volta suas atenções para a Chapecoense, adversária do próximo domingo, às 18h15, dentro de casa. Na semana que vem o Flamengo enfrenta o Defensa y Justicia, da Argentina, pelas oitavas de final da Libertadores. Para Rogério, é preciso pensar jogo a jogo.

“Primeiro temos que viver o jogo da Chapecoense. Temos que conseguir essa vitória para dar ânimo e confiança. Tem a chegada do Piris, tem o Hugo, o Diego que está numa recuperação boa e quem sabe possa ocupar essa posição. Vamos encontrar um atleta para um jogo tão importante.”

Com a derrota para o Atlético, o Flamengo se distanciou ainda mais do pelotão de frente, com apenas 12 pontos conquistados em oito partidas.

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