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‘Era Santos Rodrigues’ no Cruzeiro troca de treinador a cada três meses

Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Felipe Conceição não resistiu após a eliminação precoce para a Juazeirense pela Copa do Brasil. Com isso, volta-se uma infeliz realidade que tem sido rotineira para o torcedor do Cruzeiro: a troca de treinadores. Na era do presidente celeste, Sérgio Santos Rodrigues, essa prática tem sido cada vez mais comum.

Anunciado no dia 21 de maio de 2020, há pouco mais de um ano atrás, o Cruzeiro já teve quatro treinadores diferentes e, agora, caminha para encontrar o seu quinto. Neste intervalo já passaram pela Toca da Raposa os treinadores: Enderson Moreira, Ney Franco, Luiz Felipe Scolari e, por fim, Felipe Conceição.

Em quase 12 meses de gestão, a média de permanência dos técnicos é de três meses. A mesma quando for feita a matemática desde a saída de Mano Menezes, em agosto de 2019, quando o time iniciava a sua queda à Série B. E há vários fatores que podem ser levados em conta: bastidores conturbados, crise financeira, pressão da torcida e, claro, resultados ruins.

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Felipe Conceição estave no cargo como treinador do Cruzeiro desde fevereiro, após o fim da temporada de 2020. Dirigiu o clube em 19 oportunidades, conquistando oito vitórias, três empates e oito derrotas – aproveitamento de 47%. O comandante deixa a Raposa na última posição da Série B, eliminação na semifinal no Campeonato Mineiro e a saída precoce na Copa do Brasil.

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