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Daniel atrela alto número de cartões com marcação do Guarani: ‘Agressiva’

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Daniel Paulista justificou o alto número de cartões na Série B do Campeonato Brasileiro com estilo de marcação proposto pelo Guarani.

Bugre tem, após 21 rodadas, 61 amarelos e três vermelhos até o momento, o que prejudica diretamente na possibilidade de repetir as escalações.

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“Sobre os cartões, a gente vem procurando trabalhar isso diariamente e a cada jogo. São situações que, em determinados momentos, fogem um pouco do nosso controle. Isso vai muito também das características dos atletas. Eu não quero ser repetitivo. O Guarani tem uma marcação agressiva de atacar muito quem tem a bola. A gente também passa pela avaliação e interpretação da arbitragem”, disse o treinador, em entrevista à Rádio Central de Campinas.

“Em determinados momentos, acontecera faltas muito mais pesadas e piores que não foram de cartão e que não foram penalizadas com cartão. Em determinados momentos, uma falta simples é colocada com cartão amarelo, mas a gente, é lógico, assume essa responsabilidade. Tem que melhorar, haja vista que todos jogadores são importantes. Quanto menos jogadores nós tivermos suspensos, vai ser melhor para todo mundo”, emendou.

BOA FASE

Na primeira oportunidade no futebol de São Paulo, estado que carrega no nome, Daniel abriu o coração e revelou estar satisfeito com bom momento vivido no Guarani.

“No Guarani, eu acho que estou muito satisfeito e muito feliz pelo momento que eu vivo e pelas portas que o Guarani me abriu. Então é continuar muito focado e concentrado. O Guarani tem demonstrado que está em um caminho bom”, disse.

“Agora, o que vai determinar se ele vai ter condições ou não de brigar por um objetivo maior na competição, com certeza, vai ser essa sequência de jogos que a gente vai ter pela frente. Isso vai ser extremamente difícil”, acrescentou.

ATAQUE

Paulista voltou a ser questionado sobre o baixo desempenho de Lucão do Break entre os titulares do Bugre após transferência de Davó ao exterior.

“Com relação ao Lucão (do Break), eu acho que cada atleta tem a sua particularidade e a sua característica. Nós estamos falando de dois atletas completamente diferentes. Eles são bons no que fazem, mas com característica totalmente diferente. É lógico que, com o Lucão, é jogo mais de finalização. É um atleta que precisa dessa bola mais próxima da área para que ele possa finalizar”, opinou.

“Com o Davó, já era diferente. Então há algumas mudanças que a equipe tem que ir se moldando com essas trocas. Aí a gente entra nesse assunto que já conversamos. Muitas trocas que ocorreram durante esse primeiro turno, talvez, prejudicaram o rendimento em alguns momentos, porque, às vezes, a reposição é um atleta de uma outra característica. Nós não temos um atleta igual ao outro”, prosseguiu.

“Então isso impacta na questão do rendimento e do entrosamento. A gente espera que, com o Lucão ou com qualquer atleta que venha entrar na equipe, a adaptação seja a mais rápida possível. Que a gente possa sempre jogar da maneira como o Guarani jogou na maioria dos jogos, de uma forma muito positiva”, arrematou.

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TABELA

Em sétimo lugar com 33 pontos, Guarani volta a campo pela Série B do Campeonato Brasileiro em 04 de setembro, sábado, diante do Náutico, nos Aflitos, às 17h15.

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