Campeonato Brasileiro

Fabrício Daniel, Zárate e Ademir: o trio da esperança do América-MG

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Mourão Panda/ América
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O América-MG possui alguns desafios para esse segundo turno do Campeonato Brasileiro. O primeiro e mais urgente é se distanciar da zona do rebaixamento. Depois, o sonho de uma vaga em competição internacional aparece como sonho. Neste momento, o clube mineiro é o 15º colocado do torneio e para conseguir atingir todos os objetivos conta com um trio da esperança: Fabrício Daniel, Ademir e Mauro Zárate.

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Os três jogadores são de longe os preferidos pela torcida para liderarem o ataque do Coelho. A informação que é interessante é que dois deles não tem sequer 2 meses completos de clube, mas de todo modo, tanto Zárate quanto Fabrício Daniel se colocam como postulantes ao cargo de relevantes jogadores do ataque.

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O segundo ganhou muitos pontos com a torcida após os seus gols e assistências que decidiram partidas no início dessa boa fase do clube. O destaque fica para os dois tentos anotados contra o Ceará.

Já Ademir é um velho conhecido. Está no time há mais de três anos e já demonstrou grandes coisas em diversas partidas vestindo o manto do Deca.

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Esse trio ganha muita expectativa porque os três jogadores possuem qualidades que além de serem complementares, ainda são variáveis. Todos eles podem jogar em todas as posições do ataque, sendo Ademir o ponta com característica mais fechada, mas ainda sim o camisa 10 já fez o meio em outros momentos.

Já Zárate joga com liberdade. Pode atuar tanto na referência, armando o jogo de trás, quanto mais aberto, recebendo e partindo pra cima. Durante seus melhores anos na Europa, jogava como enganche, atrás do centro-avante.

Aparentemente, quem irá fazer essa função mais centralizada é Fabrício Daniel, que inclusive falou sobre isso na última entrevista coletiva. Ele disse não se incomodar ao jogar em qualquer posição.

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Tranquilo, pra mim é bem tranquilo estar por ali. Já comentamos que todas as posições ali do ataque sempre fiz. Na ponta, centro, meia, ponta esquerda, sou bem familiarizado. Foi um jogo bem parelho onde eu pude estar combinando com Zarate de as vezes estar saindo e ele recompondo na minha pra não perder a referência e quando ele saía eu recumpunha na referência pra ter mais essa combinação. – disse Fabrício.

A verdade é que o encaixe entre os atletas parece ser realmente bem promissor. Eles tiveram pouco menos de uma partida jogando juntos, mas a expectativa é que no segundo turno os três sejam as principais referências ofensivas do time do América-MG.

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