Ponte Preta

Fábio Moreno nega falta de variação tática na Ponte Preta: ‘Não concordo’

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Crédito: Diego Almeida / AA Ponte Preta
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Fábio Moreno, após derrota diante da Internacional de Limeira, negou falta de variação tática no trabalho executado à frente da Ponte Preta.

Treinador defendeu ideia de jogo mesmo com desvantagem da Macaca no marcador e atrelou substituições realizadas para sustentar o argumento.

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“Não, não concordo (falta de variação tática). Primeiro, a gente não joga no 4-2-3-1. Segundo, hoje, variou duas vezes de sistema. O Thalles que entrou não é volante. Então, se você tira dois volantes e coloca um meia, por óbvio, você não tem o dois do 4-2-3-1. Você mudou taticamente. Como o jogo transcorre, tem as mudanças e tudo mais, fica difícil de acompanhar isso. Eu entendo, mas a gente variou, em quase todos os jogos, o sistema de jogo. Tem sempre a entrada de mais meias. As substituições são feitas sempre pensando em melhorar a equipe. São substituições que, muitas vezes, deixam a equipe mais ofensiva”, declarou, em coletiva de imprensa.

“Quando você não tem o resultado, entendemos a frustração de todos e a cobrança. A gente tem essa responsabilidade. Assumimos os nossos erros, assume a bronca que é estar à frente da Ponte Preta de erguida, mostrando confiança naquilo que a gente faz, confiança nos jogadores e trabalhando ainda mais. Nós já deu condições de que podemos melhorar. Nós tem mais futebol do que foi apresentado, mas não foi falta de luta. A gente tentou. Precisamos só, às vezes, um pouquinho mais de capricho na finalizações. São 13 dentro da área e um volume de jogo bom, mas não concluímos a gol conforme imaginávamos, conforme os atletas treinam e, por isso, não saímos com a vitória”, emendou.

LEI DO EX

A derrota frente o Leão fez Ponte Preta amargar, mais uma vez, a implacável ‘Lei do Ex’. Roger, com cinco passagens pelo Moisés Lucarelli e status de artilheiro do século ao longo de 201 jogos, foi autor do tento limeirense.

“Quando você tem jogadores que trabalharam contigo bastante mesmo, você conhece mais do que quando você não trabalhou. Foi nesse sentido que eu falei. A gente sabe da qualidade desses atletas. O Roger é um jogador muito experiente e é um jogador de qualidade. Ele teve grandes passagens aqui pela Ponte Preta. Em um segundo de desatenção e em uma jogada que demoramos a entender e a encurtar o espaço, eles chegaram ao gol e aí o jogo ficou mais afeição deles”, afirmou.

“Foi uma jogada que teve isso no começo do jogo e acabou que a gente foi prejudicado em todo o sistema de que a gente imaginava e toda a estratégia. Não se espera tomar um gol logo no começo da partida. A gente tem sofrido isso. Não sofreu agora. Sofreu contra o São Caetano. Eu acho que a gente precisa melhorar um pouquinho o nosso grau de atenção, porque aí o sacrifício é muito dobrado. Nós temos que lutar muito para conseguir fazer o gol e não é sempre que vamos fazer o gol no último minuto como foi contra o São Caetano”, finalizou.

TABELA

Com resultado negativo em casa, o segundo em três jogos disputados, Ponte Preta estaciona em dez pontos, na terceira colocação do Grupo B, fora da zona de classificação às quartas de final – Ferroviária (11) e São Paulo (25) ocupam o G2.

Com tempo curto de recuperação e treinamento, Macaca volta a campo pelo Campeonato Paulista na próxima quinta-feira, 29 de abril, diante do Mirassol, novamente no Majestoso, a partir das 21h.

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