Vôlei

Filipe Ferraz busca o eneacampeonato da Copa Brasil pelo Sada Cruzeiro

Filipe Ferraz técnico do Sada Cruzeiro

Filipe Ferraz inicia caminhada com o Sada Cruzeiro nesta semana em busca do seu 9ª título de Copa Brasil pelo clube mineiro, como jogador e agora técnico

(Divulgação/Sada Cruzeiro)

Desde 2021 como técnico do Sada Cruzeiro, Filipe Ferraz inicia nesta semana a caminhada pelo eneacampeonato da Copa Brasil de vôlei. Como jogador, foram seis títulos e como treinador mais dois, todos conquistados pelo clube mineiro. Desta vez, Filipe comanda a Raposa contra o Joinville, no ginásio do Riacho, no primeiro passo rumo à fase final da competição.

Como jogador, Filipe Ferraz conquistou a competição nos anos de 2014, 2016, 2018, 2019, 2020 e 2021, e como treinador do clube mineiro em 2023 e 2024. A conquista mais especial para Filipe foi quando era reserva do time e foi ovacionado pela torcida em Jaraguá do Sul. Já perto da aposentadoria, o ex-ponteiro não esperava o reconhecimento da torcida e marcou o momento com carinho na memória.

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Todo título, para mim, é especial. Mas, teve um que foi até curioso. Eu nem estava como titular, e quando eu estrei no jogo a torcida toda gritou meu nome, me aplaudiu. Fiz uma partida muito boa também, o time se sagrou campeão, eu era capitão do time e levantei o troféu. Vi que, ali em Jaraguá, as pessoas tinham um carinho e um reconhecimento pelo meu trabalho. Fiquei muito feliz com a resposta do público. Acho que foi um momento bem marcante – conto Filipe através da assessoria.

Filipe espera erro zero do Sada Cruzeiro contra o Joinville

Agora como treinador, Filipe Ferraz tem a missão de levar o Sada Cruzeiro para mais uma fase final de Copa Brasil. Nesta quarta-feira (29), às 21h30min, o clube mineiro encara o Joinville, no ginásio do Riacho, em jogo único por uma vaga na semifinal da competição em São José (SC). O técnico cruzeirense projeta o mínimo de erros possíveis cometidos pelo time da casa contra um adversário organizado taticamente.

O maior desafio da Copa Brasil é ser uma competição de mata-mata. É um desafio gigantesco para a gente errar o menos possível. O erro tem que ser minimizado ao máximo, e é claro que ele vai acontecer, mas a gente tem que estar atento. Ao mesmo tempo, temos que conversar com os atletas sobre isso porque, para nós, desde as quartas de final já é final. O Joinville é um time muito bem trabalhado pelo Rubinho e, ao mesmo tempo, a gente tendo a “obrigação” de vencer. E isso é uma coisa que eu falo para os atletas não carregarem. Temos que deixar esse favoritismo do lado de fora. O que nós temos de fazer é o nosso melhor dentro de quadra – projetou Filipe à sua assessoria.

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