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Maiores jogadores da NBA sem título

Fotos desta página: Divulgação/NBA

No panteão dos grandes nomes da NBA, há uma galeria reservada para os campeões, aqueles que alcançaram o ápice do sucesso e ergueram o troféu da liga sobre suas cabeças em triunfo. No entanto, entre os muitos astros que brilharam nas quadras, há uma classe distinta de jogadores que, apesar de seus feitos extraordinários, com conquistas de MVP’s e números individuais extraordinários, nunca conheceram a doçura da vitória final.

Enquanto o mundo das apostas em basquete pode girar em torno de quem leva para casa o troféu, é importante lembrar que a grandeza de um jogador vai além dos resultados de uma única temporada.

Esses atletas deixaram uma marca eterna no coração dos fãs e continuarão sendo celebrados como verdadeiros titãs do jogo, independentemente dos títulos em seus currículos. Por falar em apostas, é essencial escolher uma plataforma confiável para participar dessa experiência. Nesse sentido, a KTO se destaca como uma opção confiável, oferecendo uma ampla gama de opções para os amantes do basquete e garantindo uma experiência segura e transparente para seus usuários. É uma ótima opção para quem quer iniciar nas apostas esportivas, ou veteranos que buscam uma vantagem competitiva.

São os talentosos que enfrentaram obstáculos intransponíveis, os líderes que conduziram suas equipes até as finais, apenas para verem seus sonhos escaparem por entre os dedos. Este artigo é uma homenagem a alguns desses gigantes do jogo, os maiores jogadores da NBA que, apesar de não terem conquistado um título, deixaram um legado eterno no coração dos fãs e uma marca indelével na história do basquete.

Charles Barkley

Charles Barkley foi talvez a maior anomalia da história do basquete. Com seus “apenas” 198cm, The Round Mound of Rebound foi um dos maiores alas-pivô da história da NBA, que demonstrou todo o seu talento, principalmente nos anos 1990.

Junto com Kareem Abdul-Jabbar, Wilt Chamberlain, Karl Malone, Tim Duncan e Kevin Garnett, Barkley é um dos únicos seis jogadores na história da NBA a ter acumulado pelo menos 20.000 pontos, 10.000 rebotes e 4.000 assistências.

Barkley entrou na NBA, no que para muitos é considerado a melhor classe de draft da história, o de 1984. A classe contou com simplesmente quatro futuro Hall of Famers, incluindo Michael Jordan, para muitos o maior da história, no Chicago Bulls, na 3ª escolha geral, a primeira escolha geral, Hakeem Olajuwon, para o Houston Rockets, o próprio Barkley, na quinta escolha, para o Philadelphia 76ers, e John Stockton para o Utah Jazz, na 16ª.

Nos 16 anos na NBA, Charles Barkley foi 11x All-Star, 11x do Time All-NBA, sendo 5x All-NBA First Team, conquistou o prêmio de MVP em 1993 e foi nomeado para as equipes dos 50 e 75 anos da liga. Ele teve passagens por Philadelphia 76ers, Phoenix Suns e Houston Rockets, tendo seu número 34 aposentado pelas duas primeiras equipes. O ala-pivô ainda foi MVP do All Star Games também em 1993.

Com a seleção dos Estados Unidos, Barkley foi um dos integrantes do lendário “Dream Team” das Olimpíadas de Barcelona em 1992. Naquela equipe, ele foi o líder em pontos com 18 de média com um aproveitamento de 71,1% nos arremessos de quadra. Ele também conquistou o ouro na Olimpíada seguinte, a de 1996, em Atlanta.

Na temporada de 1992-93, Barkley foi trocado para o Phoenix Suns e naquele ano ele conquistou o prêmio de MVP quando registrou médias de 25,6 pontos, 52% de aproveitamento de quadra, 12,2 rebotes e 5,1 assistências, maior marca da carreira. Ele liderou os Suns com a melhor campanha da NBA com 62-20 e a ida para as Finais, a primeira desde 1976, contra o Chicago Bulls, de Michael Jordan & Scottie Pippen, que acabaram sendo derrotados em seis jogos.

Ele teve média de 26,6 pontos e 13,6 rebotes por jogo durante toda aquela pós-temporada, incluindo 27,3 pontos, 13,0 rebotes e 5,5 assistências por jogo na nas Finais de Conferência contra o Seattle Supersonics. No quarto jogo das finais, Barkley registrou um triplo-duplo, somando 32 pontos, 12 rebotes e 10 assistências.

Karl Malone

Karl Malone é uma das maiores estrelas da NBA de todos os tempos e é frequentemente considerado um dos maiores alas-pivô a jogar o jogo. Ele estava no Dream Team original de 1992 e competiu nas Olimpíadas novamente em 1996. Malone foi uma escolha de primeira rodada do Draft da NBA de 1985 pelo Utah Jazz. Malone passou a maior parte de sua carreira no Jazz, jogando com eles de 1985 a 2003, antes de passar uma última temporada no Los Angeles Lakers.

Na NBA, Malone foi MVP em 1997 e 1999. Ele foi 14 vezes All-Star (1988-98, 2000-02) e foi nomeado para o All-NBA First Team por 11 anos consecutivos, de 1989-99. Malone foi MVP do NBA All-Star Game em 1989 e 1993 e foi escolhido como membro da equipe de todos os tempos do 50º/75° aniversários da NBA. Seu número 32 foi aposentado pelo Utah Jazz. A carreira de Malone na NBA só foi prejudicada por nunca ter conseguido ganhar um título da NBA, perdendo nas Finais de forma consecutivas em 1997 e 1998 para o Chicago Bulls de Michael Jordan.

Ele terminou a carreira com 36,928 pontos, terceira maior marca da história. Assim como Barkley, ele também faz parte do seleto grupo dos 20.000 pontos, 10.000 rebotes e 4.000 assistências.

John Stockton

John Stockton é inquestionavelmente um dos melhores armadores de todos os tempos na NBA. Selecionado pelo Utah Jazz em 1984 na 16° escolha geral, Stockton permaneceu fiel à equipe até sua aposentadoria em 2003. Ele liderou a liga em assistências por nove temporadas consecutivas (1987/88-1995/96) e detém o recorde de todos os tempos da NBA em assistências e roubos de bola, com 15.806 e 3.265, respectivamente. Apesar dos números fantásticos, diferente do seu fiel parceiro, Stockton nunca venceu o prêmio de MVP da temporada regular.

Muitas das assistências de Stockton foram para Karl Malone, seu parceiro de equipe por grande parte de sua carreira em Salt Lake City. Apesar do incrível sucesso individual, os melhores anos de Malone e Stockton coincidiram com o domínio dos Bulls de Michael Jordan. Infelizmente, eles nunca conquistaram um título da NBA, perdendo a final em 1997 e 1998 para o Chicago.

Stockton deixou sua marca não apenas na NBA, mas também no cenário internacional. Ele, assim como os dois acima citados, fez parte da lendária equipe do Dream Team que conquistou a medalha de ouro em Barcelona em 1992. Retornou para conquistar outra medalha de ouro em Atlanta. Reconhecido por sua durabilidade e estilo único, Stockton recebeu inúmeras homenagens, incluindo 10 seleções para o time All-Star da NBA e sendo selecionado para os times dos 50 e 75 anos da NBA.

Elgin Baylor

Assim como os outros jogadores mencionados, Elgin Baylor brilhou na NBA em um período de completa dominância. Enquanto, os outros enfrentavam a dinastia de Jordan e os Bulls, Baylor e o Los Angeles Lakers do final dos anos 50 e anos 60 tiveram verdadeiros embates com o Boston Celtics de Bill Russell & Cia, que conquistou o título 11 vezes naquele período. Sendo seis deles contra Los Angeles.

Baylor foi a primeira escolha geral dos Lakers em 1958 e naquela temporada foi eleito o calouro do ano, MVP do All-Star Game em 1959. Entre os anos 50 e 70, Baylor foi 11 vezes All-Star, 10 vezes Time All-NBA, todas no primeiro time, e marcou mais de 23 mil pontos, com direito a 38,3 pontos de média em 1961-62.

Apesar dos números impressionantes, o ala de Los Angeles nunca levou o título de MVP da temporada regular. Em 1977, teve seu nome incluído no Hall da Fama e sua camisa 22 aposentada pela franquia da Califórnia. Também está no time dos 50 e 75 anos da NBA.

O principal momento de sua carreira foi nas finais da temporada 1961-62. No jogo 5 contra o Boston Celtics, Baylor marcou 61 pontos e pegou 22 rebotes, performance que garantiu a vitória e a liderança provisória da série aos Lakers. Até hoje, essa segue sendo a pontuação recorde de um único jogador em uma partida de finais.

Allen Iverson

Allen Iverson considerado um dos maiores crossovers da história do jogo foi a primeira escolha geral do lendário Draft de 1996, selecionado pelo Philadelphia 76ers, que contou com outras grandes nomes da liga como Stephon Marbury (4ª), Ray Allen (5ª), Kobe Bryant (13ª) e Peja Stojakovic (14ª). Logo em seu primeiro ano, foi considerado o calouro do ano com médias de 23,5 pontos, 7,5 assistências, 4,1 rebotes e 2,1 roubos de bola.

The Answer, como ficou conhecido, foi quatro vezes cestinha da NBA, a primeira sendo já no seu terceiro ano (1998/99, 2000/01, 2001/02 e 2004/05). Na temporada 2000-01, seu melhor ano, conquistou o MVP do All-Star Game e da temporada regular. Ele liderou os 76ers a uma campanha de 56-26 com a incrível média de 31,1 pontos por jogo até as Finais da NBA contra o poderoso Los Angeles Lakers de Kobe Bryant e Shaq.

Seu cartão de visitas foi logo no jogo 1 quando marcou incríveis 48 pontos na única vitória de Philadelphia na série. Depois, o armador nunca mais retornou aos palcos das Finais da NBA. Ele foi ao All-Star Games em 11 oportunidades vencendo o MVP do jogo festivo também em 2005. Além disso, Iverson foi 7x All-NBA, sendo três vezes para o primeiro time, 3x líder de roubos de bola e sua maior conquista foi a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004. Em 2006, ele foi nomeado para o Hall of Fame do Basquete, está no time dos 75 anos da NBA e tem seu número 3 aposentado pela franquia do Philadelphia 76ers.

Patrick Ewing

Patrick Ewing, um dos maiores pivôs de todos os tempos, foi um dos maiores nomes da história do New York Knicks. Vindo de Georgetown, universidade que liderou ao título universitário em 1984, foi a primeira escolha do histórico Draft de 1985, selecionado pelos Knicks. A classe de 85 também contava com verdadeiras lendas do jogo como Karl Malone, mencionado nesse artigo, Chris Mullin e Joe Dumars.

Em 15 anos com os Knicks, Ewing, logo de cara, foi eleito o calouro do ano em seu primeiro ano. Nos anos 90, ele foi o principal nome da equipe de New York levando a equipe em duas oportunidades às Finais da NBA, em ambas acabou com o vice. A primeira foi em 1994, na batalha contra o Houston Rockets de Hakeem Olajuwon, e em 1999 contra o San Antonio Spurs das Twin Towers, Tim Duncan e David Robinson. Ele terminou sua passagem pelos Knicks sendo o líder em número de jogos (1.039); pontos (23.665) e rebotes (10.759).

Durante a carreira, Ewing teve 11 aparições no All-Star Game (1986, 1988-1997), foi uma vez eleito para o time ideal da NBA (1990) e seis vezes para o segundo time, mas assim como outros nomes da lista como Baylor e Stockton, o pivô dos Knicks nunca foi agraciado com um prêmio de MVP da temporada regular.

Apesar de não ter conquistado a glória máxima pela franquia que defendeu, Ewing sentiu o gosto de levantar um troféu em duas oportunidades nas Olimpíadas. A primeira em Los Angeles em 1984 e a segunda e, mais famosa, foi um dos nomes do lendário Dream Team de Barcelona em 1992. Ele foi nomeado para os times dos 50 e 75 anos da liga e tem seu número 33 aposentado pelo New York Knicks.

Conclusão

Claro, aqui poderíamos colocar ainda grandes lendas do jogo que não sentiram o gosto do título como Carmelo Anthony, George Gervin (“The Iceman”) e Pete ‘The Pistol’ Maravich. Mas mesmo sem o anel de campeão, seus legados transcendem as conquistas dos campeonatos. Enquanto a vitória final pode escapar das mãos desses gigantes do jogo, seu impacto no esporte e na cultura do basquete é inegável.

Enquanto o mundo das apostas em basquete pode girar em torno de quem leva para casa o troféu, é importante lembrar que a grandeza de um jogador vai além dos resultados de uma única temporada. Esses atletas deixaram uma marca eterna no coração dos fãs e continuarão sendo celebrados como verdadeiros titãs do jogo, independentemente dos títulos em seus currículos.

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