Seleção Brasileira

Pia e Tamires ressaltam importância da união da equipe para sucesso na Copa do Mundo

Pia e Tamires em entrevista coletiva (Foto: Thais Magalhães/CBF)

A técnica e a lateral-esquerda concederam a última coletiva antes da estreia no Mundial

Foto: Thais Magalhães/CBF

A técnica Pia Sundhage e a lateral-esquerda Tamires concederam, neste domingo, a última entrevista antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo Feminina. Às vésperas do duelo contra o Panamá, que acontece nesta segunda, a comandante da Seleção e a jogadora destacaram a importância da união do elenco e do espírito de equipe.

                 

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O trabalho de Pia permite o Brasil vislumbrar voos mais altos e, inclusive, o primeiro título do Mundial. A sueca transformou a Seleção em uma equipe mais eficiente, vide o ótimo retrospecto recente. Em 2023, são seis partidas disputadas: três vitórias, um empate e duas derrotas.

– Estamos muito felizes com os últimos dois resultados porque o jogo está na nossa linha de confiança. Podemos olhar para cada um, é um pouco diferente de um ano atrás. Então, nós tivemos uma linha de começo similar. E eu acho que a coisa mais importante é achar que está tudo garantido. Se nós fizermos isso, nós teremos uma grande chance de ganhar amanhã. Na verdade, nós vamos ganhar muitos jogos se nós juntarmos um ataque lindo e uma defesa muito sólida – afirmou Pia.

A técnica também comentou sobre a importância da mescla entre jogadoras mais experientes e mais jovens. Uma das veteranas é Marta, que apesar de não ter vaga cativa no time titular, assumiu papel fundamental de liderança mesmo fora de campo.

– Marta é uma jogadora especial em um time especial, e eu acho que a palavra-chave é ‘juntas’, e como todos vocês sabem, a gente tem muita energia na sala, é contágio, e é isso que está acontecendo com o time. Temos algumas jovens, e algumas como Marta, que têm experiência, e essa mistura, provavelmente, vai nos ajudar a ganhar o campeonato.

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Já a lateral Tamires, do Corinthians, também falou sobre a união entre as jogadores e a comissão técnica. A atleta destacou que o apoio de uma para a outra é peça fundamental para encarar os desafios na Copa do Mundo.

– A gente conversou e falou, ser vulnerável aqui, ter medo é normal, faz parte do jogo, a gente vai se ajudar, o que não podemos é ter preciosismo. Então, não pode uma querer ser melhor que a outra, o ego não pode falar mais alto, temos que estar juntas o tempo todo, porque Copa do Mundo se joga em equipe e se vence em equipe – disse a lateral, que ainda completou sobre o crescimento do futebol feminino:

– Fora de campo, eu também vi essa visibilidade acontecendo, esses investimentos acontecendo. Por exemplo, na Copa de 2015, a gente jogou no Canadá e a gente tinha apenas uma jornalista lá. E hoje nós temos, olha quantas jornalistas nós temos aqui. Isso tem sido muito positivo e as atletas também têm entendido a sua responsabilidade de vestir essa camisa. A soma disso tudo tem sido muito gratificante estar aqui podendo viver tudo isso – completou.

Como mencionado anteriormente, a Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo nesta segunda-feira (24), às 8h (horário de Brasília), contra o Panamá, no Estádio Coopers, pela primeira rodada da fase de grupos.

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