Flamengo

Pouca criatividade e falta de pontaria atrapalham Fla em derrota para o Galo; veja números

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O Flamengo começou o Brasileirão com o pé esquerdo, derrota em casa por 1 a 0 para o Atlético-MG. Mas além do placar frio do resultado, vimos na estreia do Brasileiro um Flamengo não tão mortal e com a pontaria desregulada como poucas vezes vimos.

O Flamengo terminou o jogo com 62% de posse de bola, mas teve momentos que passou da casa dos 70%, foram 17 finalizações sendo apenas duas em direção ao gol. Foram 10 finalizações para fora e cinco chutes travados, um sinal de má pontaria e demora para tomar a decisão de finalizar pro gol.

Das 17 finalizações do rubro-negro, apenas quatro foram defesas do goleiro do Galo, o que significa que não se pode nem atribuir o zero do placar do Fla á uma grande atuação do arqueiro Rafael. O maior exemplo foi aos sete minutos de jogo, quando Bruno Henrique esteve livre com o gol aberto e mandou a bola na trave, ainda com a opção de rolar a bola para Gabriel Barbosa.

Arrascaeta cobra escanteio a favor do Flamengo
Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O uruguaio Arrascaeta também teve uma chance frente á Rafael e desperdiçou. De acordo com o “SofaScore” o Flamengo teve quatro grandes chances criadas e desperdiçou todas. A tarde no Maracanã mostrou um time rubro-negro longe de ser mortal como foi em 2019.

Em relação aos cruzamentos, os números também foram ruins: o Flamengo acertou apenas três de dezenove tentativas, uma porcentagem de 16% de acerto. Os laterais do time carioca não estavam inspirados, fato acentuado pelo gol contra marcado por Filipe Luís e pelo amarelo recebido por Rafinha após desentedimento com o volante Allan.

A era Domenec Torrent começou com derrota e um futebol apesar de não ter sido ruim teve pouca criatividade e falta de pontaria. Cabe ao espanhol melhorar esses números nos próximos jogos e não deixar o Flamengo sair do trilho das vitórias.

Para saber tudo sobre o Flamengo, continue acompanhando o Esporte News Mundo.

Clique para comentar

Comente esta reportagem

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

As últimas

Para o Topo