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Opinião ENM: América-MG precisa pensar sobre seu banco de reservas para o restante da (longa) temporada

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O América-MG, oficialmente, está fora da briga pelos quatro primeiros lugares do Campeonato Mineiro. Com o resultado deste sábado (12), diante do Uberlândia, o time comandado por Marquinhos Santos não tem mais chances de chegar às semifinais do Campeonato Mineiro.

Isso se dá muito pelo fato do Coelho estar priorizando, neste momento da temporada, a Copa Libertadores. E não devem tirar a razão do América, afinal, é a primeira participação da história do clube em uma Libertadores.

A questão é: Com os reservas em campo pelo América no Campeonato Mineiro, notou-se um desempenho que seja bom o suficiente para aguentar toda a temporada brasileira?

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A partir do dia 19/2, o técnico Marquinhos Santos começou a trazer os reservas à campo, devido à proximidade da data de estreia na Libertadores. Desde então, o América teve 3 partidas pelo Campeonato Mineiro. Duas derrotas, e um empate sem gols.

O ataque do América, nesta temporada, tem sido alvo de críticas, independentemente de ser titular ou reserva. A falta de pontaria já tem sido um problema. O processo de criação da equipe, parece estar sofrendo do mesmo problema.

Os meias do América, hoje, são poucos. Matheusinho e Índio Ramírez ainda não mostraram o melhor futebol, parecem ainda pegar ritmo. As jogadas ficam extremamente sobrecarregadas com Alê e Juninho.

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Em uma temporada com um calendário tão maluco, como é o brasileiro, é de extrema importância para um time que almeja ter bons resultados possuir um leque de opções em seu plantel, para que não se perca tanto o nível em momentos que precisarão dos reservas.

No momento, o América parece ter um time titular bem montado. Algumas peças que chegaram ao time ainda estão se adaptando, mas tem sido um caminho correto. Já alguns reservas, não parecem estar prontos.

Hoje, é nítido que falta um pensador na equipe. Apenas Alê, e por vezes o Juninho, não conseguem suprir todo um setor de campo que é importantíssimo. A chegada de Pedrinho trouxe uma cara nova para a ponta de ataque do time mineiro. Falta isso no meio-campo.

Resta saber agora como será o planejamento da diretoria americana diante dos compromissos que a temporada traz. Será que chega gente para o segundo semestre do Coelho?

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