Coritiba

No pós-paralisação, Coritiba tem queda de desempenho no segundo tempo; veja dados

Foto: Divulgação/Coritiba
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Na quarta-feira o Coritiba foi derrotado pelo Athletico, no jogo de volta da final do Campeonato Paranaense, no Couto Pereira. Com um gol de Sabino, o alviverde saiu na frente. No resultado parcial, o campeão seria decidido na disputa de pênaltis, mas o rubro-negro marcou duas vezes nos acréscimos e conquistou o título.

Após o jogo, o técnico Eduardo Barroca falou sobre o resultado e a sequência da temporada.

— A gente precisa o mais rápido possível virar a chave, aproveitar muitas coisas de bom que a gente fez nesse campeonato.Fizemos uma campanha muito boa. […] A gente vai ter um primeiro momento de campeonato [brasileiro] com adversários muito fortes, e a gente precisa jogar bem, ser competitivo como a gente foi nessas duas partidas -, afirmou o treinador do Coritiba.

PÓS-PARALISAÇÃO

No placar agregado da final, o Athletico levou a vantagem por 3 a 1. O detalhe é que todos os gols do rubro-negro foram marcados nos acréscimos do segundo tempo. Um deles foi no primeiro jogo, e dois deles no segundo jogo.

O debate que essa questão levanta é sobre a queda de rendimento no segundo tempo do Coritiba. A comparação dos dados dos períodos pré e pós paralisação mostram sobre o desempenho da equipe nesse quesito.

No período antes da paralisação, as estatísticas mostram um equilíbrio. Nas primeiras 11 partidas do campeonato, a equipe balançou as redes 24 vezes, sendo o melhor ataque da fase de grupos. Dentre esses gols, 11 foram marcados no primeiro tempo, e 13 deles no segundo tempo.

Já do ponto de vista defensivo, nesse mesmo período, o time sofreu 10 gols, fazendo do Coxa a segunda melhor defesa do campeonato, ao lado de Operário de Cianorte. Foram 8 gols sofridos no primeiro tempo e apenas 2 sofridos no segundo tempo.

Depois do período de paralisação de mais de quatro meses, a distribuição dos gols do clube mudou nas 6 partidas disputadas. No ataque, foram 9 gols marcados. Foram 5 deles no primeiro tempo, e os outros 4 na segunda etapa.

A principal diferença é nos gols sofridos. A meta Coxa-Branca foi vazada 6 vezes nesse período, mas foram 5 gols na segunda etapa. Destaque para o jogo em que o Coritiba foi para o intervalo com um 3 a 0 contra o Cianorte, e viu a equipe marcar 2 gols e encostar no marcador, e também para os jogos contra o Athletico, que foram 3 gols sofridos nos acréscimos.

Eduardo Barroca precisa se atentar para esses números, já que esse passou a ser um problema mais recorrente desde a volta do futebol. Na sequência da temporada, o Coxa enfrenta o Internacional na estréia do Campeonato Brasileiro. O jogo acontece sábado, no Couto Pereira.

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