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Oposição do Guarani sofre revés jurídico por questionamento de sócios; detalhes

Guarani impõe derrota à oposição na Justiça
Crédito: Thomaz Marostegan / Guarani FC

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) julgou improcedente o processo que contestava a participação de 186 sócios patrimoniais do Guarani.

A decisão foi publicada na última terça-feira, 23 de fevereiro, pelo juiz Fábio Henrique Prado de Toledo.

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A ação foi movida por membros da oposição em relação ao atual Conselho de Administração e ligados ao grupo ‘Hoje e Sempre Guarani’.

O questionamento durante o período de eleições referia-se aos 230 novos associados registrados pelo Bugre – 186, porém, seriam de modo irregular.

Segundo sentença do magistrado, da 2ª Vara Cível de Campinas, os bugrinos contrários ao presidente Ricardo Miguel Moisés solicitavam concessão de tutela provisória de urgência para impossibilitar participação dos 186 sócios nas assembleias até o julgamento final do mérito.

Outra alternativa seria a concessão de tutela provisória de urgência para que os votos nas assembleias fossem contabilizados de forma isolada.

E AGORA?

Com derrota na Justiça, a oposição foi condenada em arcar com as custas e despesas processuais no valor de R$ 5 mil, bem como honorários.

Os integrantes da chapa HSG, por outro lado, vão tentar reformar a decisão em segunda instância, denominado no meio jurídico por apelação.

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