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‘Tenho o objetivo pessoal de ser o melhor treinador do Paulistão’, diz Abel Ferreira após vitória sobre o Ituano

(Foto: Cesar Greco/SE Palmeiras)

Após a vitória do Palmeiras sobre o Ituano, Abel Ferreira atendeu os jornalistas ainda na Arena Barueri. A coletiva começou com o técnico português sendo questionado sobre a escalação utilizada na partida. “Temos que olhar os nossos jogadores, que estão em melhor forma. A minha função é escolher os jogadores que estão melhores para aquela partida, hoje escolhi esses no próximo jogo posso escolher outros. O meio campo é um setor onde mais temos concorrência boa. O Aníbal jogou bem, depois teve um problema no tendão, ainda tem, devido o gramado do Allianz Parque e teve outro problema que vocês não sabem, mas está aí para nos ajudar. O Fabinho também entrou bem, o Gabriel Menino também. O Zé Rafael em uma posição levemente diferente do que ele estava acostumado, O Rios em boa dinâmica, O Veiga um pouco cansado hoje. O meio campo é um setor em que estamos bem servido e temos ótimas opções.”

                 

Depois foi questionado sobre jogadores que atuam pelo lado no elenco, como destaques foram citados Mike, que não jogou na noite de hoje e Marcos Rocha: “O Myke infelizmente se lesionou e ficará de fora por um tempo, não sei quanto, espero que pouco. Quando jogamos com três, seja na zaga ou no meio, até pela ocupação de espaço esse jogadores, tem uma maior amplitude e largura ao jogo. O Rocha é um jogador inteligente e experiente, por isso ele consegue isolar um jogador com um simples passe, essas são decisões do jogador, o treinador não tem interferência nisso, o treinador tem que montar a equipe taticamente.”

Abel se incomodou quando questionado se os estaduais são apenas “Para derrubar treinadores e para laboratório”: “Eu não vejo o estadual dessa maneira, como um laboratório ou competição para derrubar treinadores, é uma competição no calendário brasileiro, uma competição bem organizada, cada vez mais com uma cultura de ouvir os treinadores, jogadores e dirigentes. É meu terceiro ou quarto ano que disputo o paulistão, tenho o objetivo pessoal de ser o melhor treinador, já que nunca fui, acho que a organização está melhor, tem apenas jogos a mais, porém é bem organizada, com bons jogadores, jogadores jovens, bons treinadores, jogadores que dão tudo de si como vimos hoje os jogadores deles indo ao limite. Preparo meus jogadores para isso pois não temos jogos para brincar e vamos fazer o possível para vencer esse titulo.”

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Ao ser questionado sobre um suposto interesse do Vasco sobre Breno Lopez, ele demonstrou não querer se desfazer do jogador: “Está muito difícil contratar jogadores, não posso me dar ao luxo de dispensar jogadores como o Breno López, um jogador que gostamos, precisamos de jogadores que nos ajudem, que entre ou seja titular, temos que lembrar que na fase final do campeonato que fomos campeões ele jogou. Não tenho informações sobre esta informação que você trouxe, mas ele está bem aqui, está satisfeito por pertencer a esse grupo campeão e nós estamos felizes por poder contar com ele.”

Abel quando perguntado sobre a situação do gramado da Arena Barueri ele evitou as criticas mais claras: “Não vou me chatear com coisas fora do meu controle. Vamos jogar onde for, seja no terrão, na areia, no cimento, na madeira. Vamos competir de qualquer maneira, seja onde for. Vocês sabem minha opinião sobre isso. Não vale a pena ficar toda entrevista falando sobre isso, as coisa vão mudar no próprio ritmo, não no ritmo que eu quero. A única coisa que eu quero é que tenhamos as melhores condições possíveis, que os jogadores do Palmeiras tenham um gramado a altura do que eles exigem, pois nos exigem títulos, qualidade de jogo, intensidade. Sou treinador, não jardineiro, digo que onde minha equipe jogar, meus adversários também vão jogar.”

Ao ser perguntado sobre o cartão azul, que será testado na Europa e quando aplicado tirará um jogador de campo por dez minutos, ele afirmou: ” Eu sou a favor de todas as inovações que o futebol traz, eu aprendi com a minha mulher que não posso sempre fazer as mesmas coisas, tenho que inovar, fazer coisas diferentes. Eu sou a favor de inventar, tentar, errar, enfrentar os desafios, se a FIFA ou seja quem for que decidiu, vê como uma melhoria, não posso dizer não. Por exemplo, as pessoas falam das cinco substituições, quando eu comecei em 2011, fazendo a “Champions dos jovens” já podiam usar cinco substituições, e se me perguntam, acho espetacular as cinco substituições. Aqui no brasil ainda mais, pois podemos gerir os jogadores. Se for para o bem de todos, para o bem do futebol é para o meu bem também e estarei de acordo, primeiro temos que experimentar.

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