Ponte Preta

Tiãozinho cita relação com torcida da Ponte Preta: ‘Aberta e democrática’

Tiãozinho cita relação com torcida da Ponte Preta: 'Aberta e democrática'

Sebastião Arcanjo foi questionado pela primeira vez sobre a relação da torcida com a Ponte Preta após atestados de vandalismo contra os jogadores em abril, após derrota diante da Internacional de Limeira.

O presidente da Macaca comentou sobre o relacionamento com os pontepretanos e como lida com os perfis diferentes em relação aos frequentadores de arquibancada.

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“Hoje, nós temos vários tipos de torcedores. Nós temos aquele torcedor que acompanha diariamente o noticiário esportivo pelos veículos tradicionais de comunicação, as chamadas emissoras de rádios. Tem vários representantes aqui. O rádio continua tendo muita força no Brasil, felizmente. Nós temos aqueles que acompanham o noticiário pelo jornal impresso. Felizmente, a gente voltou a ter uma circulação e colunas dedicadas ao esporte aqui em Campinas. Isso é muito bom. Nós temos os sites que dão noticiários e temos as emissoras de televisão. Agora, nós temos o advento das chamadas redes sociais. É um outro perfil de torcedor também. É diferente. Nós temos aqui aquele torcedor clássico, que está representado, muitas vezes, pelas nossas torcidas organizadas”, afirmou, em coletiva de imprensa.

“Infelizmente, não hoje temos aquele calor da arquibancada, que é essa a resposta que, muitas vezes, expressa um sentimento coletivo da torcida quando a bola está rolando dentro de campo. Ele torcedor terá sempre o nosso respeito e tem todo o direito de fazer a crítica. É a ele quem nós devemos, obviamente, muitas explicações, sobretudo quando os resultados não vêm ocorrendo. Se você perguntar para mim qual é a relação hoje com a nossa torcida organizada, eu diria que é uma relação aberta, democrática e transparente”, emendou.

EXTRACAMPO

Tiãozinho revelou também uma aproximação da torcida organizada com o Departamento de Futebol e comissão técnica da Ponte Preta.

“Nós temos, inclusive, pessoas na diretoria destacadas para se reunir com esses torcedores de forma muito regular. Nessa semana, inclusive, houve reuniões de torcidas organizadas da Ponte Preta com o Gilson (Kleina), com o Alarcon (Pacheco) e com outros dirigentes da Ponte Preta. Infelizmente, eu não pude estar presente por questões profissionais. Nós entendíamos que era necessário manter esse diálogo e nós estamos mantendo esse diálogo. Agora, tem uma coisa que eu aprendi no futebol. O diálogo é importante e a conversa franca e sincera é fundamental, mas o mais importante de tudo, no fim, o que conta mesmo é o campo”, pontuou.

“Se o campo está bem, as coisas fluem com muita naturalidade. Se o campo não está respondendo, as dificuldades se apresentam e o tom da crítica aumenta. Nós temos que ter maturidade suficiente para lidar com esses momentos de adversidades. Felizmente ou infelizmente, a vida não é só um mar de rosa. Ela está sujeita também a intempéries. Os dirigentes têm que estar preparados para lidar com isso. Eu me considero estar preparado para lidar com esse tipo de situações e líder de forma democrática. Essa é a minha história de vida e eu vou seguir por esse caminho”, completou.

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