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Deiveson Figueiredo ‘culpa’ problemas em corte de peso por derrota para Moreno

Deiveson Figueiredo UFC 263
Divulgação/Facebook Oficial UFC

Deiveson Figueiredo perdeu o cinturão peso-mosca do UFC para Brandon Moreno no último sábado (12), no UFC 263. Para o brasileiro, um ‘culpado’ até já existe para ajudar a explicar a derrota para o mexicano: problemas no corte de peso.

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Em entrevista ao Combate, o paraense afirmou que o processo para bater os 57kg para poder defender seu título contra Moreno foi complicado. Ainda assim, o brasileiro conseguiu chegar até o limite para poder lutar, mas sem manter consigo o posto de ‘rei’ da categoria.

— Realmente foi o corte de peso, não fiz um corte de peso saudável. Foi muito difícil bater o peso, mas eu consegui. Só que, mesmo assim, não tive o rendimento adequado que eu deveria ter dentro do octógono. Mas eu vou voltar para casa e treinar. Perdi a primeira vez, depois venci cinco lutas seguidas. Vocês podem certeza que irei lutar, vencer e trazer essa felicidade de volta para o Brasil. Escrevam o que tô falando. Saí com uma sensação ruim do hotel, já sabia que não seria o meu dia — afirmou Deiveson.

Ao contrário da primeira luta, na qual o resultado de empate foi bastante criticado, na segunda, o ‘Deus da Guerra’ de certa forma se conformou com a derrota para Brandon Moreno. Mas o brasileiro promete que irá pedir ao Ultimate para viabilizar uma trilogia ainda para 2021 e que esta terminará com um final bem diferente da luta do último sábado em Glendale.

— Entrei ali e não lutei como realmente sou. Quero pedir de imediato a revanche ao Dana White, e espero que eu seja atendido, porque a primeira luta eu venci e mesmo assim tiraram um ponto meu e decidiram empatar para ter a segunda luta. E eu quero a trilogia. Ele pegou meu cinturão, eu venci a primeira luta e vamos fazer a terceira para ter o tira-teima. O Brandon está de parabéns, a noite foi dele. Não foi meu dia. Mas quero a trilogia, quero que essa luta aconteça. Só quero quatro meses, que é o tempo de me estabilizar — afirmou o brasileiro.

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