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Jéssica Bate-Estaca aponta ‘ponto fraco’ de Valentina antes de luta no UFC 261

Jéssica Bate-Estaca
Foto: Jason Silva/Imago Images

Ex-campeã dos palhas, Jéssica Bate-Estaca tentará a conquista de mais um cinturão do UFC neste sábado (24) enfrentando a campeã dos moscas Valentina Shevchenko. E mesmo diante de uma lutadora que vem sendo imbatível na divisão, a brasileira já sabe o que fazer para tentar a vitória.

Ao Esporte Espetacular, da Rede Globo, a paranaense afirmou que enxerga a luta no chão como ‘ponto fraco’ da quirguistanesa, reconhecida pelas habilidades na luta em pé. Em sua análise, a vitória de Valentina sobre a também brasileira Jennifer Maia lhe ajudou a perceber tal ‘fraqueza’ da rival.

— Na luta contra a Jennifer, ela deixou uma certeza: se alguém tiver uma queda boa e souber como estabilizar no chão, não tem como errar. Estamos focando muito nisso. Acredito que essa parte de chão dela é o ponto fraco. – disse Jéssica, que fez uma observação mais ampla de tal estratégia.

— Falo que sou muito forte e sei do meu potencial quando agarro na grade. Sei o que tenho que fazer, as formas de ‘quedar’, tenho quedas muito diferentes. Depois que você tira o adversário do chão não tem mais volta. Ele se perde e não tem mais como sair. Isso eu consigo colocar bem durante a luta e é um dos pontos fracos elas. Acredito que o ponto fraco dela seja meu ponto forte – completou a brasileira.

Mas contra uma adversária que é especialista na trocação, Jéssica Bate-Estaca quer também se valer de suas habilidades na luta em pé para colocar a campeã em perigo. E, assim, usar isto para implementar a estratégia de colocar ‘Bullet’ em perigo na luta no chão.

— A parte de trocação dela acho que talvez seja a mais assustadora porque ela tem golpes muito rápidos, o chute com a perna de trás é um chute que a gente não espera porque é com a base trocada, a gente não espera que venha um chute daquele com a perna. Ela tem chutes rodados. chutes laterais, que são fortes. Acho que a parte mais forte dela é a trocação. Mas eu sou muito agressiva, vou para frente o tempo todo. Recebo pancadas, não sinto e continuando andando. Tudo vai de acordo com a luta, a gente nunca pode antecipa porque nunca treinei com ela, nunca lutei, mas o que eu vejo de assustador nela é a trocação – analisou.

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