Ponte Preta

Kleina explica escalação repetida na Ponte Preta: ‘Aumentar entrosamento’

Kleina explica escalação repetida na Ponte: 'Aumentar entrosamento'

Apesar do empate sem gols com o Operário, Gilson Kleina optou na repetição da escalação da Ponte Preta para enfrentar o Brasil de Pelotas, na última sexta-feira.

Depois de nova igualdade no interior gaúcho, treinador condicionou manutenção da base titular com busca por maior entrosamento entre os jogadores da Macaca.

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“Pela primeira vez, a gente conseguiu repetir a formatação. A gente fez um jogo interessante contra o Operário. Nós mantivemos para gente aumentar o nosso nível de entrosamento e para os nossos setores também terem as jogadas que a gente trabalhou. É claro que, no próximo jogo, a gente já tem jogadores que precisam cumprir o terceiro cartão. Nós optamos, no segundo tempo, por jogadores mais de linha de fundo para que a bola entrasse para ter o confronto e aconteceu. Foi bem isso que nós passamos para o Moisés. A bola estava entrando. O lateral do time adversário não estava quebrando a linha e preenchemos com o Richard e nós preenchemos com Josiel”, analisou.

“Eu acho que não vejo assim ter um mau desempenho de alguns jogadores. O gol é um gol que nós cantamos muito na palestra e no trabalho. Eles são fortes no primeiro pau, mas é um jogo aqui que nós sabíamos que tínhamos que competir. Nós sabíamos que é dessa maneira aqui que a equipe adversária joga. Nós queríamos a vitória, é claro. Mais uma vez, saímos atrás. É trabalhar em cima disso. Que a gente possa vir e tentar a primeira vitória no próximo jogo. É isso que nós estamos em busca. Tem cobrança. É manter esse nível de atuação que aconteceu no segundo tempo para melhorar o nosso desempenho e as nossas chances de gol”, emendou.

NÃO GOSTOU

Questionado sobre manutenção de Moisés no banco de reservas pelo segundo jogo consecutivo da Ponte Preta, Gilson Kleina mostrou certo incômodo e rebateu com questionamentos.

“Nós mantivemos a equipe. É isso. Eu acho que todo mundo teve um grande desempenho no primeiro tempo contra o Operário. A gente quer manter a formatação. Foi só isso, porque se a gente começar fazer a avaliação de cada jogador, daqui a pouco, tem que perguntar de todo mundo. Por que não entrou o Fessin? Por que não entrou o Renatinho? Por que não estreou ainda o zagueiro? Por que começou o lateral? Então o futebol a gente sabe que é coletivo, mas a gente tem que fazer uma avaliação no contexto”, disse.

“Então a opção da manutenção da equipe era muito mais pelo que foi o desempenho que nós fizemos no jogo contra o Operário. Hoje, eu entendi que era necessário fazer as trocas lá no intervalo. Nós tivemos dificuldade de encaixe de marcação, principalmente pelo lado direito. Nós colocamos jogadores de confronto, que foi o Richard pelo lado e o Moisés. Então em cada jogo você tem uma situação. É no jogo em que você pode fazer a avaliação e a leitura para melhorar para equipe estar bem equilibrada dentro de campo”, finalizou.

TABELA

Com três pontos e ainda na lanterna, Ponte Preta, em busca da primeira vitória, volta a campo pela Série B do Campeonato Brasileiro na próxima quarta-feira, 30 de junho, diante do CSA, no Estádio Moisés Lucarelli, às 16h30.

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