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Pedro Raul comemora chegadas de Túlio e Lúcio Flávio ao Botafogo: ‘Referências fora de campo no nosso dia a dia’

O atacante Pedro Raul, do Botafogo, concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira, 23, após o treino das 15h, pela Botafogo TV. Ele afirmou que Túlio, gerente de futebol do clube, e Lúcio Flávio, auxiliar permanente do clube, são referências para o grupo, que é formado por jogadores jovens.

– É sempre boa a chegada de ex-jogadores, são profissionais que já viveram o dia a dia, já viveram o futebol. Poder ter essas referências fora de campo no nosso dia a dia, no nosso grupo, que é novo, é muito bom. Eles agregam bastante em questões técnicas, em questões táticas que a gente jovem precisa estar sempre aprendendo.

Pedro Raul ainda falou sobre o desafio de enfrentar o Cuiabá na próxima terça-feira em partida válida pela Copa do Brasil. Ele admitiu que será um jogo difícil, mas que a equipe tem totais condições de não só enfrentar o desafio, como também passar adiante.

– A gente já está focado, a chave já virou na segunda, logo depois do jogo (contra o Goiás). Só estamos mentalizando o Cuiabá. É uma preparação mental, física e psicológica que temos que ter por que vai ser um jogo de 180 minutos, mas dentro da nossa casa, a gente tem que fazer valer o mando de campo.

Questionado sobre problemas físicos, o atacante descartou qualquer problema nesse sentido. De acordo com o atleta, os jogadores apresentam níveis de GPS bastante expressivos.

– Às vezes é o cansaço do jogo, com o calendário desse ano, tem semana que a gente acaba jogando três vezes. Claro que pesa. A gente ta ciente disso, mas é uma visão que a imprensa tem, a torcida tem e é normal. Contudo, não acredito que a questão física seja um problema porque a integra coletiva e individual de todos os jogadores é muito grande.

Confira mais declarações de Pedro Raul na coletiva de hoje:

Questionamentos e protestos do torcedor

– Sobre a motivação, é meu sonho, é o que eu sempre quis e poder está realizando – um sonho meu, da minha família, dos meus amigos – é a maior motivação que um atleta pode ter. Então, quanto ao que saiu aí, é uma pessoa descompensada que tentou me atingir, mas quem me conhece sabe que não sou esse fantoche que tentaram fazer.

Jogar fora da área

– Na verdade, eu sempre joguei assim. Apesar da minha altura e meu porte físico, não sou um atacante que fica parado. Eu gosto de ter mobilidade, de buscar o jogo, de participar do jogo e sinto que posso ajudar na criação.

É bom jogar junto com o Babi?

– Tendo mais força ofensiva, sempre vai ser bom para o atacante. A gente tem características parecidas, mas eu acho que temos diferenças ainda. Sempre que tiver que jogar um ou outro ou jogar os dois juntos é em prol do clube e em prol do bem coletivo. É bom jogar com ele sim porque atrai mais atenção do adversário, as vezes a gente tem que fazer o papel sujo para que abra espaço para outras posições, mas é sempre em prol da equipe e do coletivo porque só assim que a gente consegue colher os frutos lá na frente.

Semana livre para trabalhar

– Ter uma semana de trabalho é muito bom. Temos tempo para recuperar, tempo para trabalhar forte, para se preparar fisicamente, que é um tempo que a gente acaba não tendo durante uma semana cheia de jogos. É tempo também para que o Bruno trabalhe o que não consegue trabalhar numa semana que a gente joga domingo/quarta porque, nessa situação, é só recuperação física. Então, estar podendo treinar forte, treinar a parte física, tática e técnica é sempre muito bem vindo, ainda mais num calendário tão corrido quanto esse.

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