Internacional

Rodrigo Dourado discute possibilidade de virar zagueiro no Internacional, mas afirma: ‘me sinto um volante completo’

Ricardo Duarte/Internacional

A chegada de Miguel Ángel Ramírez como treinador no Internacional vem trazendo algumas mudanças significativas no elenco. Adepto de um jogo de posição, que privilegia a posse de bola e a saída pelo chão, o comandante pede qualidade na troca de passes e lançamentos. Diante disso, um volante com características mais defensivas, como Rodrigo Dourado, tenderia a perder a posição de titular, mas não é isso que vem ocorrendo.

Oriundo das categorias de base do Internacional, Rodrigo Dourado, além de capitão, assumiu de vez a titularidade como camisa 5, superando Rodrigo Lindoso e Johnny. Na visão dele, em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (30), o volante explicou que conseguiu se adaptar bem, e já tinha uma ideia da função desde quando atuava nas categorias inferiores coloradas.

– Eu já fazia isso nas categorias de base. Nossos jovens sempre buscam propor o jogo, trabalhando com posse de bola. É claro que cada treinador tem sua forma de jogar, mas vamos nos adaptando conforme o que ele gosta. O que ele pede eu tento fazer nos treinos, para repetir com naturalidade nos jogos. Tenho características mais defensivas, mas me sinto um volante completo – afirmou Rodrigo Dourado.

Apesar de se considerar um volante completo, Rodrigo Dourado já vem sendo testado em outra função, principalmente nos últimos jogos. Por conta de um elenco curto na defesa, o capitão vem, seguidamente, atuando alguns minutos como zagueiro. Isso seja por opção do técnico ou por fatores externos, como uma expulsão. Nesse último caso, por exemplo, o atleta jogou 45 minutos na zaga e ajudou o Internacional a garantir a vitória sobre o Aimoré. Todavia, ao ser questionado se poderia virar zagueiro, Rodrigo Dourado revelou conversas com Miguel Ángel Ramírez e seguiu afirmando que se sente melhor como volante.

– O professor já tinha falado comigo, lá no início do trabalho, que ele pensaria em me colocar de zagueiro. Mas falei para ele fazer só se precisasse. Ainda me sinto muito bem de volante. Tenho capacidade de fazer a função que ele quer. Só que, a qualquer momento que precisar jogar de zagueiro, para ajudar a equipe, eu estou à disposição. Às vezes até treino por ali por necessidade, mas hoje me sinto melhor de volante. Todavia, mais para frente quem sabe eu possa virar um zagueiro sim – finalizou Rodrigo Dourado.

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