Futebol Internacional

Torcedores do Chelsea protestam contra sanções: ‘Deixem nosso clube em paz’

FOTO: DIVULGAÇÃO / CHELSEA

Devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia, o governo do Reino Unido vem impondo sanções sobre Roman Abramovich, dono do Chelsea e acusado de ser um dos oligarcas russos que apoiam o governo de Vladimir Putin. Desta maneira, o Chelsea vem sendo diretamente afetado pelas imposições do governo. Nesta sexta-feira (11), alguns torcedores protestaram contra as sanções e pediram para que o Chelsea possa ficar livre.

Os muros do estádio Stamford Bridge, casa do Chelsea, foram pichados com tinta vermelha e cobrando um posicionamento menos direto do governo do Reino Unido contra o clube. Algumas frases escritas pelos torcedores diziam: “Deixem nosso clube em paz” e “A Europa está financiando a guerra, não o Chelsea”.

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Esportivamente, o clube não recebeu nenhuma sanção e ainda ganhou uma licença especial do governo para continuar jogando. Mesmo assim, o técnico Thomas Tuchel admitiu que o clima de indefinição e pressão tem assustado os jogadores e a comissão técnica. Também por conta da licença especial, os salários dos funcionários não teve qualquer alteração ou corte.

Apesar de, no momento, as sanções impostas sobre Abramovich não impactarem o Chelsea de uma maneira mais efetiva, existe a preocupação quanto ao futuro do clube. Sem poder fazer movimentações financeiras, o Chelsea não pode contratar ou renovar o vínculo de jogadores, o que pode afetar bastante a qualidade do elenco visando a próxima temporada do futebol europeu.

Até mesmo a saída que Abramovich havia encontrado, que era revender o clube, foi interrompida pelo governo do Reino Unido para evitar qualquer tipo de lucro do bilionário russo neste momento. A Three, empresa de telecomunicações que era a principal parceira do Chelsea, também pediu para não ter mais o seu nome associado ao clube.

Para piorar a situação, a “licença especial” concedida pelo governo para que o clube siga jogando até o final da temporada, não será renovada. A única saída para o clube seria Abramovich conseguir um comprador e concordar em não receber nada para repassar o clube a um outro dono.

O Chelsea já foi informado de que deve chegar a um acordo antes que a licença expire, em 31 de maio, para garantir a sobrevivência do clube como uma entidade funcional. Esta é a principal questão que vem assustando a todos os torcedores, como também aqueles que são funcionários do Chelsea.

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