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Após saída de Felipão, Cruzeiro coleciona seis treinadores desde agosto de 2019

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Felipão e Cruzeiro acertaram a rescisão contratual de forma amigável nesta segunda-feira (25). Contratado em outubro de 2020, o comandante ficou apenas três meses e dez dias à frente do clube mineiro. Com essa saída, um grande problema que vem assombrando o Cruzeiro nos últimos anos veio à tona: a troca incessante de treinadores, aliada aos bastidores conturbados e resultados ruins.

Desde o fim do longo trabalho de Mano Menezes, em agosto de 2019, já foram seis comandantes diferentes à frente da Raposa em quase 18 meses. Nesse período de tempo, passaram pelo Cruzeiro Rogério Ceni, Abel Braga, Adilson Batista, Enderson Moreira, Ney Franco e, por fim, Luiz Felipe Scolari.

Lembrando, ainda, que nesse intervalo de tempo, houve a paralisação das competições em função da pandemia do novo coronavírus por quatro meses.

Também durante esse período, entre os treinadores que passaram pela Raposa, o técnico que permaneceu por mais tempo comandando a equipe celeste foi Enderson Moreira. Enderson ficou cinco meses e meio, quatro deles sem comandar a equipe em campo, à frente do Cruzeiro.

A média de três meses de permanência dos treinadores no comando da equipe celeste é um dos inúmeros problemas que o Cruzeiro vem sofrendo desde a metade da temporada de 2019, quando houve a queda vertiginosa de rendimento que culminou no rebaixamento para a Série B.

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